Laudato Si’ engrandece o cuidado das igrejas e dos povos pela nossa casa comum, segundo o Conselho Mundial de Igrejas

Mais Lidos

  • Varsóvia e Gaza: 80 anos depois, dois guetos e o mesmo nazismo... e a mídia finge não ver o Terror de Estado de Netanyahu. Artigo de Luiz Cláudio Cunha

    LER MAIS
  • Garimpo e barbárie: uma história de genocídio e de luta dos Yanomami. Artigo de Gabriel Vilardi

    LER MAIS
  • A 'facisfera' católica: jovens sacerdotes ultraconservadores que rezam no YouTube pela morte do Papa Francisco

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


Revista ihu on-line

Zooliteratura. A virada animal e vegetal contra o antropocentrismo

Edição: 552

Leia mais

Modernismos. A fratura entre a modernidade artística e social no Brasil

Edição: 551

Leia mais

Metaverso. A experiência humana sob outros horizontes

Edição: 550

Leia mais

19 Junho 2015

O Conselho Mundial de Igrejas deu as boas-vindas à encíclica do Papa Francisco Laudato Si’, lançada em 18 de junho, que destaca o que as igrejas e organizações ecumênicas vêm fazendo há décadas quanto ao cuidado da terra e em questões de justiça climática.

“Este é o momento de focarmos na nossa responsabilidade comum como seres humanos, e na forma que nós, como igrejas, devemos apoiar aqueles que estão prontos para pôr em curso as mudanças necessárias”, disse o Rev. Dr. Olav Fykse Tveit, secretário-geral do Conselho Mundial de Igrejas – CMI.

A informação é publicada pelo sítio da Conselho Mundial das Igrejas, 18-06-2015. A tradução é de Isaque Gomes Correa.


“Esta encíclica demonstra a todos que estas são as questões que se encontram no centro da nossa fé cristã, e que nós, como cristãos, devemos abordá-las como igrejas, juntando-nos a todas as pessoas que se importam com o nosso futuro comum, com as questões de justiça e de paz”, acrescentou.

Tveit também destacou o reconhecimento positivo de “outras Igrejas e comunidades cristãs que têm desenvolvido uma profunda preocupação e uma reflexão valiosa” (n. 7), especialmente com referência ao Patriarca Bartolomeu.

O secretário executivo do CMI ecoou a afirmação do Papa Francisco sobre a necessidade haver de um diálogo entre política e economia (nn. 189-198) e entre religião e ciência (nn. 199-201), que constituem uma condição sine qua non para se responder, com eficácia, à crise ecológica.

A referência à dívida ecológica (nn. 51-52) e a forte afirmação de que “o acesso à água potável e segura é um direito humano essencial, fundamental e universal” (n. 30) foram também destacados por Tveit.

O Dr. Guillermo Kerber, secretário executivo do programa do CMI para o Cuidado com a Criação e Justiça Climática, concorda com a afirmação de que as mudanças climáticas são causadas pela atividade humana e que elas geram um impacto mais forte sobre as comunidades mais pobres e vulneráveis. “Esta encíclica é um importante chamado a agirmos com urgência como indivíduos, cidadãos e também a responder, em nível internacional, com eficácia à crise climática”, disse Kerber.

Leia aqui, em inglês, a nota do secretário-geral do CMI, Rev. Dr. Olav Fykse Tveit, sobre a carta encíclica Laudato Si’.

Veja também:

Ecologia integral. A grande novidade da Laudato Si'. "Nem a ONU produziu um texto desta natureza''. Entrevista especial com Leonardo Boff

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Laudato Si’ engrandece o cuidado das igrejas e dos povos pela nossa casa comum, segundo o Conselho Mundial de Igrejas - Instituto Humanitas Unisinos - IHU