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Papa Francisco chama mortes na Armênia de genocídio

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13 Abril 2015

O papa Francisco usou a palavra "genocídio" para descrever o assassinato em massa de armênios sob o domínio otomano durante a 1ª Guerra Mundial, há 100 anos, em uma missa no Vaticano, clelebrada na manhã deste domingo, 12-04-2015, na Basílica Vaticana. 

A Armênia e diversos historiadores dizem que até 1,5 milhão de pessoas foram sistematicamente mortas por forças otomanas em 1915.

A reportagem é de David Willey, publicada por BBC Brasil, 12-04-2015.

Mas a declaração do papa deve irritar a Turquia, que tem consistentemente negado que as mortes constituíram um genocídio.

Para o correspondente da BBC em Roma, a fala é um lembrete das raízes da Igreja Católica no Leste da Europa e no Oriente Médio.

O presidente armênio, Serzh Sargsyan, estava presente na cerimônia. A polêmica ainda hoje azeda as relações entre a Armênia e Turquia.

O papa estava perfeitamente consciente de que ao usar a palavra "genocídio" ele iria ofender a Turquia, que considera o número de mortes de armênios durante a extinção do Império Otomano exagerado e continua a negar a extensão do massacre.

Mas a poderosa frase do papa - "Ocultar ou negar o mal é como permitir que uma ferida siga sangrando sem enfaixá-la" estendeu a condenação a todos os outros assassinatos em massa mais recentes, incluindo aqueles no Camboja, Ruanda, Burundi e Bósnia e massacres de hoje pelo Estado Islâmico.

O foco hoje do papa Francisco sobre a Armênia, o primeiro país a adotar o cristianismo como religião do Estado, mesmo antes da conversão do imperador romano Constantino, serve como mais um lembrete de raízes amplamente difundidas da Igreja Católica na Europa Oriental e do Oriente Médio.

Mais de 20 Igrejas orientais católicas locais, incluindo a de Armênia, permanecem em comunhão com Roma.

'Ferida que sangra'

O papa usou pela primeira vez a palavra genocídio para classificar as mortes há dois anos, o que levou a um protesto da Turquia.

Na missa de domingo na Basílica de São Pedro, ele disse que a humanidade havia vivido "três tragédias consistentes e sem precedentes" no século passado.

"A primeira, que é amplamente considerada como 'o primeiro genocídio do século 20', atingiu o seu próprio povo armênio", disse ele, fazendo referência a palavras usadas pelo papa João Paulo II em 2001.

O papa Francisco também se referiu aos crimes "cometidos pelo nazismo e pelo stalinismo" e disse que outros genocídios haviam se seguido no Camboja, Ruanda, Burundi e na Bósnia.

Ele disse que era seu dever honrar a memória daqueles que foram mortos.

"Ocultar ou negar o mal é como permitir que uma ferida siga sangrando sem enfaixá-la", acrescentou o papa.

Neste domingo, o papa também homenageou o místico do século 10 São Gregório de Narek, declarando-lhe um doutor da Igreja. Segundo a agência de notícias AP, apenas 35 pessoas já receberam este título.

A Armênia considera o dia 24 de abril de 1915 como o início dos assassinatos em massa. O país tem uma longa campanha para que haja mais reconhecimento do que ele considera como um genocídio.

Conflito político

Em 2014, o primeiro ministro da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, ofereceu pela primeira vez condolências para os netos de todos os armênios que perderam a vida.

Mas ele também disse que era inadmissível que a Armênia transformasse a questão "em um assunto de conflito político".

A Armênia diz que até 1,5 milhão de pessoas morreram em 1915-1916 com a divisão do império otomano. A Turquia diz que o número de mortes foi muito menor.

A maioria dos especialistas não turcos consideram as mortes como genocídio. Entre os Estados que reconhecem formalmente o genocídio estão Argentina, Bélgica, Canadá, França, Itália, Rússia e Uruguai.

A Turquia afirma que muitos foram mortos em confrontos durante a Primeira Guerra Mundial e que os turcos étnicos também sofreram no conflito.


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