Mulheres de minoria ameaçada 'são vendidas a US$1 mil na Síria'

Mais Lidos

  • Modelo analítico do Norte Global para compreender o recrudescimento de novos autoritarismos não pode ser padronizado para nossa região do mundo, pondera a pesquisadora. Heterogeneidades de cada país devem ser levadas em consideração, observando a extrema-direita do Sul Global a partir do Sul Global

    O Sul Global como laboratório de investigação sobre a extrema-direita. Entrevista especial com Tatiana Vargas Maia

    LER MAIS
  • “Alter Christus”: uma breve história de uma expressão ambígua. Artigo de Andrea Grillo

    LER MAIS
  • Trump desfere golpe sem precedentes na política climática dos Estados Unidos ao colocar fim aos limites de emissões

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

02 Setembro 2014

Centenas de mulheres da minoria yazidi no norte do Iraque e que foram sequestradas durante ataques recentes do grupo Estado Islâmico (EI) foram levadas à Síria e vendidas por US$ 1 mil a militantes, segundo um grupo de direitos humanos.

A reportagem foi publicada pela BBC Brasil, 30-08-2014.

O Observatório Sírio para Direitos Humanos, que acompanha a situação na Síria, disse que 300 mulheres teriam sido levadas ao norte da Síria e ao menos 27 delas foram vendidas a membros do EI para casamentos, após terem sido forçadas a se converterem ao Islã.

As mulheres da minoria yazidi foram separadas dos homens e levadas por militantes durante o avanço de membros do EI - inicialmente conhecido como Estado Islâmico da Síria e do Iraque (Isis, na sigla em inglês) - no norte do Iraque.

Ameaçados pelos combatentes do EI, os yazidis deixaram suas casas para se refugiar nas montanhas de Sinjar.

Há cerca de 50 mil membros dessa minoria no Iraque. Eles também estão presentes em partes da Síria e da Turquia.

Segundo o Observatório, esforços de simpatizantes árabes e curdos de comprar as mulheres para libertá-las foram negados, já que elas estariam sendo vendidas somente para adeptos do EI. O grupo condenou a venda das mulheres como se fossem mercadorias.