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25 Fevereiro 2014

Brutalidade

“Estamos, no Brasil, em um agravamento da brutalidade que não cabe mais nos largos limites do classificável como violência urbana. E não basta dizer que nada é feito contra tal processo. O que se passa, de fato, é que nem sequer o notamos” – Janio de Freitas, jornalista – Folha de S. Paulo, 25-02-2014.

Brutalidade 2

“O agravamento da brutalidade no Brasil é um processo em si mesmo. E não está só nos territórios da pobreza. A própria incapacidade de percebê-lo é um sintoma do embrutecimento sem distinções sociais, econômicas e culturais. Outros sintomas poderiam ser notados - na deseducação, no rebaixamento individual e coletivo dos costumes, em muito do que os meios de comunicação tomam como modernidade, na política. Até onde a elevação do trato entre suas excelências parecia inexaurível - no Supremo” – Janio de Freitas, jornalista – Folha de S. Paulo, 25-02-2014.

Nem nota...

“À espera do ônibus ou dentro do carro, branco, negro, pobre, rico: o Brasil se embrutece. E o Brasil nem sequer se nota” – Janio de Freitas, jornalista – Folha de S. Paulo, 25-02-2014.

Barulho

"Eu acho que vocês podem tentar de todas as formas criar qualquer conflito, barulho ou ruído entre mim e o presidente Lula, que vocês não vão conseguir" – Dilma Rousseff, presidente da República – Folha de S. Paulo, 25-02-2014.

Pedestre

“O pedestre é moralmente superior ao motorista. Ele não está armado, não põe a vida de ninguém em risco. Atravessar fora da faixa não é crime comparável a fazer uma conversão proibida ou ao excesso de velocidade” – Flávio Moura, jornalista - Folha de S. Paulo, 25-02-2014.

Esgotamento

“As alianças que ajudaram a eleger o presidente Lula foram importantes para mudar e trazer avanço ao país. Agora, esse sistema de alianças se esgotou. Temos que hoje preparar, a partir dos Estados, um país que vá evoluir mais, fazendo uma revolução democrática” – Tarso Genro, governador do RS – PT – Zero Hora, 24-02-2014.

Protesto

“Repercussões da visita da Dilma ao papa! "Dilma convida o papa para a Copa". E o Papa: "Mas eu vou protestar contra o quê?". Ah, contra um monte de coisa: contra o vinho nacional, contra a seleção argentina que não ganha nada, contra o fiasco da Argentina!” – José Simão, humorista – Folha de S. Paulo, 25-02-2014.

Reza!

“Adorei a charge do Genildo. Dilma: "Sumo Pontífice, eu vim rezar para o Brasil vencer a Copa". E o papa: "Não seria melhor rezar para ter Copa?". Seria!” – José Simão, humorista – Folha de S. Paulo, 25-02-2014.