Desabamento no Itaquerão é mais um na lista de “acidentes” da Odebrecht

Mais Lidos

  • A III Guerra pode ter começado esta semana. Artigo de Michael Hudson

    LER MAIS
  • Neste proscênio de 2026, onde a restauração trumpista não apenas reconfigura mapas, mas desarticula a própria gramática da diplomacia liberal, o Rio de Janeiro emerge não como um enclave de exceção, mas como o laboratório biopolítico mais avançado do Sul Global

    Arquitetura da impunidade e predação do pneuma: o Rio de Janeiro como laboratório da noite feroz. Entrevista com Luiz Eduardo Soares

    LER MAIS
  • "Uma guerra mundial pode começar mesmo que ninguém a queira". Entrevista com Florence Gaub

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Por: Cesar Sanson | 28 Novembro 2013

Uma estrutura metálica desabou no começo da tarde desta quarta-feira (27), nas obras do Itaquerão, zona leste de São Paulo, matando dois funcionários, o motorista e operador Fábio Luiz Pereira e o montador Ronaldo Oliveira dos Santos.

A reportagem é publicada pela Revista Fórum, 27-11-2013.

A Odebrecht, construtora responsável pelas obras, afirmou, em nota oficial, que o acidente foi causado por um “guindaste, que içava o último módulo da estrutura da cobertura metálica do estádio” que “tombou provocando a queda da peça sobre parte da área de circulação do prédio leste – atingindo parcialmente a fachada em LED.”

“Desleixo”

A Odebrecht era responsável, em 2007, pelo Consórcio Linha Amarela, que construía a Linha 4 do Metrô de São Paulo. No dia 12 de janeiro, um desabamento nas obras da Estação Pinheiros, por volta das 15 horas, culminou em um enorme buraco que “engoliu” dois caminhões, resultando na morte de 7 pessoas.

No ano de 2008, a Odebrecht foi expulsa do Equador pelo presidente Rafael Correa. Um ano antes, com financiamento do BNDES, a construtora entregou a Hidrelétrica de San Francisco, na província amazônica de Pastaza. À época, o governo equatoriano classificou a obra como um “desleixo” da construtora brasileira.