O Papa ataca os falsos videntes marianos

Mais Lidos

  • “Qual é o papel da ciência nas decisões públicas ou qual deve ser esse papel?”, questiona o sociólogo

    Ciência e política em disputa no novo regime climático. Interfaces entre conhecimento e realidade. Entrevista especial com Jean Carlos Hochsprung Miguel

    LER MAIS
  • Prêmio Nobel da Paz para as Crianças de Gaza: Um prêmio para todas as crianças em guerra

    LER MAIS
  • Sociólogo do trabalho, Ruy Braga analisa a reconfiguração do trabalho precário e a opressão racial no Brasil em videoconferência ministrada hoje, às 17h30min. Evento é promovido pelo IHU

    O trabalhador precarizado no Brasil tem cor, origem e aparência

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Por: André | 15 Novembro 2013

O espírito de curiosidade gera confusão e nos afasta do Espírito da sabedoria que, por sua vez, nos dá paz: foi o que afirmou o Papa, na manhã desta quinta-feira, na missa celebrada na Capela Santa Marta, no Vaticano.

A reportagem está publicada no sítio da Rádio Vaticano, 14-11-2013. A tradução é de André Langer.

A homilia do Papa começa com o comentário sobre a primeira leitura, tomada do Livro da Sabedoria, onde se descreve “o estado de ânimo do homem e da mulher espiritual” do verdadeiro cristão e da verdadeira cristã que vivem “na sabedoria do Espírito Santo. E esta sabedoria nos leva adiante com este espírito inteligente, santo, único, múltiplo e sutil”.

“Esta caminhada na vida com este espírito: o espírito de Deus, que nos ajuda a julgar, a tomar decisões segundo o coração de Deus. E este espírito nos dá paz, sempre! É o espírito de paz, espírito de amor, espírito de fraternidade. E a santidade é exatamente isto. O que Deus pede a Abraão: ‘Caminha na minha presença e sê irrepreensível’, é isto: esta paz. Andar sob a inspiração do Espírito Santo e desta sabedoria. E o homem e a mulher que caminham assim, pode-se dizer que são um homem ou uma mulher sábios. Um homem sábio e uma mulher sábia, porque se movem sob a inspiração da paciência de Deus”.