Israel permite entrada de material de construção na Faixa de Gaza, pela primeira vez em seis anos

Mais Lidos

  • Passarinho… que som é esse? Uma história de como os pássaros cantam. Artigo de Juliana Moraes

    LER MAIS
  • Seja feliz no seu novo ano. Artigo de Frei Betto

    LER MAIS
  • A fome, o dragão e o Mercosul: o Brasil na encruzilhada da nova ordem mundial. Entrevista com Fernando Roberto de Freitas Almeida

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

19 Setembro 2013

Autoridades palestinas anunciaram hoje (17) que Israel concordou em permitir a entrada de materiais de construção na Faixa de Gaza, pela primeira vez em seis anos. O acordo foi intermediado pelo Egito, que intensificou as operações militares na fronteira com o território palestino.

A informação é publicada pela Agência Brasil, 17-09-2013. 

Cinquenta caminhões de materiais de construção entrarão em Gaza no domingo (22) via Kerem Shalom (no sul), único ponto de passagem comercial que Israel manteve em funcionamento. Até então, o abastecimento de cascalho, cimento e aço eram limitados.

O ministro dos Assuntos Civis da Palestina, Hussein Al Shiekh, informou que a quantidade de material permitido vai aumentar gradualmente. Segundo ele, a Autoridade Nacional Palestina (ANP) pretende negociar com Israel para garantir o fornecimento de óleo diesel e o abastecimento de água potável em Gaza por meio da tubulação de Israel.

Desde 2007, Israel vem impondo bloqueio a Gaza para isolar os conflitos entre os partidos Hamas e Fatah. Em 2010, Israel aliviou as restrições, permitindo o transporte de bens de consumo a Gaza e de materiais de construção para organizações internacionais com projetos de reconstrução vitais.