Evo Morales e Nicolás Maduro aderem à vigília pela paz na Síria convocada pelo Papa

Mais Lidos

  • “Meu pai espiritual, Santo Agostinho": o Papa Leão XIV, um ano depois. Artigo de Carlos Eduardo Sell

    LER MAIS
  • A mineração de terras raras tem o potencial de ampliar a perda da cobertura vegetal nas áreas mineradas, além de aumentar a poluição por metais tóxicos e elementos químicos radioativos que são encontrados associados às terras raras, afirma o pesquisador da UFRGS

    Exploração de terras raras no RS: projeto põe recursos naturais em risco e viabiliza catástrofes. Entrevista especial com Joel Henrique Ellwanger

    LER MAIS
  • EUA e Irã: perto de um acordo? O que se sabe sobre as negociações nos bastidores para pôr fim à guerra?

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Por: André | 04 Setembro 2013

Os respectivos presidentes da Bolívia e da Venezuela, Evo Morales e Nicolás Maduro, aderiram à vigília de jejum e oração pela paz na Síria, convocada pelo Papa Francisco para o próximo sábado e pediram aos movimentos sociais de ambos os países para que façam o mesmo.

A informação é publicada por Religión Digital, 03-09-2013. A tradução é de André Langer.

Os Estados Unidos mostraram-se favoráveis a uma intervenção militar “limitada” na Síria para responder ao ataque com armas químicas de 21 de agosto, que matou mais de mil pessoas e no qual o regime de Bashar al Assad teria empregado gás sarin, embora o presidente estadunidense, Barack Obama, tenha anunciado, no sábado, que consultará o Congresso sobre essa intervenção.

Morales indicou que, assim como o Sumo Pontífice, também ele está preocupado com os planos de Washington na Síria, segundo informou a Agência Boliviana de Informação (ABI).

O presidente boliviano explicou que pedirá aos movimentos sociais do país para que se unam a este dia de jejum e meditação convocado pelo Papa para evitar a escalada do conflito sírio.

Nicolás Maduro, por sua vez, apontou pelo seu Twitter que “me somo ao apelo do Papa por um jejum mundial pela paz. Alto à guerra contra o povo árabe da Síria. Não mais morte, não mais guerra!!!”.