Passe Livre diz que centrais fazem pedidos vagos

Mais Lidos

  • “Precisamos mudar a lente das instituições e olhar para essas ocorrências com a gravidade de fato que elas têm”, alerta a pesquisadora

    Lei Maria da Penha. 20 anos depois. Entrevista especial com Juliana Brandão

    LER MAIS
  • “O ataque contra pessoas trans aponta para um projeto potencialmente genocida”. Entrevista com Judith Butler

    LER MAIS
  • A Igreja deve usar os algoritmos sem se deixar algoritmizar. Entrevista com Arnaldo Rodrigues

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

11 Julho 2013

O Movimento Passe Livre de São Paulo criticou a falta de foco das centrais sindicais que convocaram a greve de hoje. "Nesse dia é a luta por transporte que vamos fortalecer. Mas não nos termos vagos colocados pelas centrais sindicais, que pedem genericamente um 'transporte público de qualidade'", afirma o movimento, em comunicado.

A informação é de Artur Rodrigues e publicada pelo jornal O Estado de S.Paulo, 11-07-2013.

"Há tantas reivindicações diferentes sendo levantadas que elas tendem a ficar diluídas. Não sabemos a quem interessa essa diluição, mas certamente não é aos trabalhadores. Se nossos problemas são concretos, nossas pautas devem ser igualmente concretas", diz a nota da organização, publicada na internet.

Integrante do MPL, Caio Martins afirma que o grupo vai estar presente em manifestações relacionadas ao preço das passagens. "Vamos estar em cidades onde a tarifa ainda não caiu."

Para Martins, o transporte público de qualidade pedido pelas centrais sindicais só viria com a tarifa zero e com o fim do controle do sistema de transporte público por empresas privadas.

O MPL vai se reunir para manifestações em São Bernardo do Campo, em Embu das Artes e em Taboão da Serra, na Grande São Paulo.