Barco solar vai transportar estudantes na Amazônia

Mais Lidos

  • Começa a Copa do Mundo mais quente de todos os tempos, encobrindo os petrodólares por trás das mudanças climáticas

    LER MAIS
  • A Anthropic revela ao público sua arma mais poderosa: Claude Fable 5, a IA dos Mythos, chega ao mercado

    LER MAIS
  • “O governo ficou seduzido pelas possibilidades arrecadatórias das bets e se juntou ao lobby das empresas de apostas”, alerta o pesquisador

    Copa do Mundo e a influência das bets no mercado nacional. Entrevista especial com Marcelo Pereira de Mello

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

10 Julho 2013

Há anos uma equipe da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) trabalha no desenvolvimento de barcos solares.

Embora use as competições como banco de provas para o desenvolvimento de tecnologias que permitam a aplicação da energia solar fotovoltaica para a propulsão de barcos, o trabalho agora começa a dar frutos sociais.

A reportagem é publicada pelo Portal Inovação e Tecnologia e reproduzida por amazonia.org.br, 09-07-2013.

A mais recente delas é o projeto de um barco solar fotovoltaico para ser usado como um meio alternativo de transporte fluvial na Amazônia.

Financiado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e pelo CNPq, o barco foi projetado considerando as condições climáticas e geográficas da Amazônia.

O objetivo principal do projeto será transportar estudantes para a escola, mas a embarcação será útil também para levar suprimentos aos moradores de comunidades ribeirinhas.

Mercado

O barco já está pronto, mas ficará ancorado na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro até meados de agosto. Com o apoio da Universidade Federal do Pará, ele deverá ser levado à comunidade de Santa Rosa, no município de Barcarena, próximo a Belém.

Atualmente, o trajeto escolar no local é realizado por pequenas embarcações movidas a diesel, que poluem os leitos dos rios e estressam os animais por causa do ruído.

Segundo Ricardo Rüter, professor da UFSC, o próximo passo será fabricar outros barcos para que eles possam chegar ao mercado como uma alternativa de transporte, não apenas para o Norte, mas para outros locais do país.

A USP (Universidade de São Paulo) também já construiu seu barco solar, uma versão não tripulada voltada para o monitoramento ambiental.