Alegria do Domingo de Ramos é substituída por vigílias de oração

Mais Lidos

  • Em vez de as transformações tecnológicas trazerem mais liberdade aos humanos, colocou-os em uma situação de precarização radical do trabalho e adoecimento psicológico

    Tecnofascismo: do rádio de pilha nazista às redes antissociais, a monstruosa transformação humana. Entrevista especial com Vinício Carrilho Martinez

    LER MAIS
  • A Espiritualidade do Advento. Artigo de Alvim Aran

    LER MAIS
  • Desatai o futuro! Comentário de Adroaldo Palaoro

    LER MAIS

Revista ihu on-line

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Entre códigos e consciência: desafios da IA

Edição: 555

Leia mais

30 Abril 2013

Cristãos ortodoxos adentram a Semana Santa com vigílias de oração, celebrações litúrgicas e manifestações em favor da libertação dos dois bispos sequestrados na segunda-feira, 22, em Aleppo, o metropolitano sírio-ortodoxo Gregoriu Yohann Ibrahim e o greco-romano Boulos al-Yazigi.

A informação é publicada pela Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação, 29-04-2013.

O patriarca greco-ortodoxo da Antioquia, Yohann al Yazigi, irmão de Boulos, pediu que os hinos litúrgicos que expressam júbilo e entoados tradicionalmente no Domingo de Ramos, lembrado ontem, fossem substituídos por orações pedindo pela libertação dos religiosos sequestrados.

A catedral greco-ortodoxa de Aleppo abrigou, no sábado, 27, vigília de oração que contou com a presença de cristãos de diferentes credos. "Vivemos uma tristeza generalizada e não há ambiente para a celebração", disse o padre jesuíta Antoine Audo, que participou da vigília, junto com outros 15 sacerdotes católicos.

O Patriarcado sírio-ortodoxo com sede em Damasco pediu, em carta pastoral, que os fiéis celebrem o tempo pascal com um forte espírito de oração e penitência, dado o momento de tristeza vivida pela Igreja e pelo temor compartilhado pelos sírios por causa da guerra interna que solapa o país. Pediu também que sejam canceladas as visitas de cortesia que representantes islâmicos realizam nas igrejas cristãs por motivo da Páscoa.

Yazigi dirigiu apelo à comunidade internacional para que interfira na situação buscando a libertação dos bispos sequestrados.