"Impossível dizer que os judeus são inimigos da Igreja", reage o Vaticano

Mais Lidos

  • Para o sociólogo, o cenário eleitoral é moldado por um eleitorado exausto, onde o medo e o afeto superam os projetos de nação, enquanto a religiosidade redesenha o mapa do poder

    Brasil, um país suspenso entre a memória do caos e a paralisia das escolhas cansadas. Entrevista especial com Paulo Baía

    LER MAIS
  • A nova missão do mundo católico diante da trajetória do trumpismo. Artigo de Stefano Zamagni

    LER MAIS
  • Forças progressistas buscam novo impulso global em Barcelona

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

09 Janeiro 2013

Uma tradição magisterial longa dos Papas e da Igreja, unida ao compromisso com o diálogo inter-religioso, demonstra que não é absolutamente possível falar dos judeus como "inimigos da Igreja".

A afirmação é do diretor da Sala de Imprensa do Vaticano, padre Federico Lombardi, comentando as declarações do bispo Fellay, superior da Fraternidade São Pio X.

A informação é publicada por Vatican Insider, 08-01-2013.

Sem entrar no mérito das declarações de Fellay, Lombardi sublinhou que a posição da Igreja Católica a respeito das suas relações com os judeus está clara no documento do Concílio Vaticano II, Nostra Aetate.

Ele também lembrou as significativas visitas dos dos dois últimos Pontífices a diversas sinagogas e ao Muro das Lamentações, em Jerusalém.

Particularmente recordou a visita de Bento XVI à sinagoga de Köln, na Alemanha, em 2005 e a uma sinagoga de Nova York, em 2008 e à sinagoga de Roma, em 2010.

Veja também:

Líder da Sociedade São Pio X chama o povo judaico de “inimigos da igreja”