O império de Barenboim. Um maestro pela paz

Mais Lidos

  • Não se trata apenas de petróleo: desdolarização e China, após o golpe de Trump na Venezuela. Artigo de Yago Álvarez Barba

    LER MAIS
  • "Gallo Pinto", o ex-espião de Chávez que incriminou Maduro

    LER MAIS
  • O intelectual catalão, que é o sociólogo de língua espanhola mais citado no mundo, defende a necessidade de uma maior espiritualidade em tempos de profunda crise

    “O mundo está em processo de autodestruição”. Entrevista com Manuel Castells

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

03 Dezembro 2012

Enquanto o Oriente Médio experimenta uma trégua entre Israel e os extremistas do Hamas, o pianista e regente Daniel Barenboim continua sua incansável busca pela integração de judeus, árabes e palestinos. Ao completar 70 anos no mês passado, ele anunciou a criação, em Berlim, de uma academia para a formação de jovens músicos daquela região.

A informação é publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 02-12-2012.

Trata-se de mais uma empreitada de Barenboim, nomeado embaixador da paz pela ONU, premiado e condecorado pelos projetos musicais que toca em Israel, nos territórios palestinos e na Europa.

A revista "Spiegel" chama de "império Barenboim" seu conjunto de escolas, orquestras e fundações.

Nascido na Argentina, Barenboim adquiriu as cidadanias espanhola, israelense e palestina. É tido como o único israelense no mundo com a nacionalidade palestina.

Para a nova academia, o dirigente recebeu da Alemanha, sua pátria adotiva, 20 milhões de euros (R$ 54 milhões). Outros oito milhões podem vir de doações particulares.

A partir de 2015, cerca de 60 bolsistas terão ali aulas de música, história e filosofia. Depois de formados, devem integrar a Orquestra Divã Ocidental-Oriental, criada pelo maestro há mais de dez anos, com sede em Sevilha.

A imprensa alemã aclamou a iniciativa. Só algumas instituições de Berlim torceram o nariz, como os teatros, que penam com a falta de verba que impera na cidade.

Veja Daniel Barenboim regendo a Orquestra Divã Ocidental-Oriental em bit.ly/dbarenboim.