Defesa civil israelense pede para prefeituras se prepararem para "7 semanas de combate"

Mais Lidos

  • “A cidade precisa deixar de tratar a população em situação de rua como problema de limpeza urbana ou segurança pública. Trata-se de uma questão de direitos humanos, justiça social e política urbana”, alerta a pesquisadora

    O aumento da população de rua no Brasil e as condições que as atingem em uma sociedade desigual. Entrevista especial com Andréa Braga

    LER MAIS
  • Ucrânia. Inferno de Kostiantynivka. Russos em apuros por toda parte, tentando avançar em Donbass. Artigo de Gianluca Di Feo

    LER MAIS
  • ‘Ilhado’ nos EUA, será difícil Eduardo Bolsonaro voltar a se candidatar após condenação

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

17 Novembro 2012

Informações veiculadas pelo jornal israelense Yedioth Ahronoth nesta sexta-feira (16/11) indicam que a operação "Pilar Defensivo", iniciada essa semana por Israel, deve se prolongar. De acordo com o site do periódico, a Defesa Civil israelense pediu para as prefeituras e autoridades locais no centro e no sul do país se prepararem para um "período de combate de sete semanas".

A informação é publicada pelo sítio Opera Mundi, 16-11-2012.

O jornal, no entanto, não explicou como as autoridades chegaram a essa estimativa de tempo. As recomendações foram especialmente para as áreas entre 40 e 75 quilômetros de distância da Faixa de Gaza. Mas, de acordo com o jornal, o governo israelense acredita que o Hamas tenha condições de lançar foguetes a uma distância ainda maior.

Israel aprovará nesta sexta-feira a mobilização de 75 mil reservistas como parte da ofensiva "Pilar Defensivo", em um aparente passo em direção a uma invasão terrestre a Gaza, informou a imprensa local. O ministro da Defesa, Ehud Barak, havia aprovado horas antes, após a queda de foguetes perto de Jerusalém e Tel Aviv, um pedido especial do exército de ampliar o alistamento de reservistas acima de 30 mil combatentes, aos quais tinha dado sinal verde ontem.

O canal 10 da televisão israelense informou que até agora foram mobilizados cerca de 20 mil reservistas, mas que é esperada a chegada de milhares de combatentes até amanhã. Uma soldado entrevistada pela Efe disse que "bases inteiras ficaram vazias" para deslocar forças à fronteira.

O comentarista militar do canal 10, Alon Ben David, explicou que "não vê uma situação com 70 mil soldados israelenses dentro de Gaza", número que segundo ele seria necessário em caso de tentativa de derrubar o governo do movimento islamita Hamas, no poder na faixa desde 2007. Por enquanto, advertiu, "este não é um dos objetivos definidos para a operação".