Deputados adiam a votação do Marco Civil da internet

Mais Lidos

  • O sociólogo William I. Robinson, da Universidade da Califórnia, combina um trabalho militante, focado nas últimas semanas em protestos contra a força militar da fronteira dos EUA, com uma análise minuciosa do colapso do capitalismo

    “Gaza é um símbolo, um modelo, um alerta do que aguarda todo o planeta”. Entrevista com William I. Robinson

    LER MAIS
  • “Uma nova civilização está sendo construída, a civilização da onipotência”. Entrevista com Gilles Lipovetsky

    LER MAIS
  • 'Therians', o fenômeno viral sem fundamento que a extrema-direita usa para alimentar sua retórica 'anti-woke'

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

14 Novembro 2012

Sem apoio dos principais partidos da Casa, a votação do projeto do Marco Civil da internet na Câmara dos Deputados, prevista para ontem, foi adiada. Em reunião com os líderes da base aliada, integrantes do PMDB e do PSD se posicionaram contra o texto proposto pelo relator, deputado Alessandro Molon (PT-RJ).

A informação é publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 14-11-2012.

Membros do PDT, do PC do B e da oposição também pediram alterações ao texto. O Marco Civil, espécie de "Constituição" da internet, estabelece direitos e deveres no uso da rede.

O principal ponto de embate é a chamada "neutralidade da rede". O texto do marco prevê que será proibido dar preferência a um tipo de tráfego em detrimento de outro -como atrasar o download de arquivos e acelerar o acesso a um site.

As teles dizem que a diferenciação é necessária para evitar prejuízos dos provedores ao tentar cobrir um padrão alto de consumo para todos os usuários igualmente. Elas também querem vender "planos especiais" que autorizem cobrar mais do usuário que faz downloads, por exemplo.