Código Florestal. A derrota

Mais Lidos

  • Ciclo de estudos “Inteligência Artificial e Humanidades. O pensamento crítico na era algorítmica

    Inteligência artificial e humanidades: desafios do pensamento crítico na era algorítmica

    LER MAIS
  • Movimento político de viés nazifascista do Brasil dos anos 1930,  tríade integralista do século XXI mantêm-se de pé com a adição de um quarto pilar, a mentira

    Deus, Pátria, Família e Mentira: os pilares de um passado irreal e jamais realizado. Entrevista com Paulo Schiller

    LER MAIS
  • Ministério ordenado: ontem, hoje, amanhã. Livro de Francisco Taborda. Uma resenha

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

20 Setembro 2012

Da coluna de Jânio de Freitas, jornalista, publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 20-09-2012:

O governo e seus táticos na Câmara foram muito mal na condução do Código Florestal, em cuja votação foram derrotados agora. O seu acordo com os ruralistas na comissão especial da medida provisória - aquele de que Dilma Rousseff se queixou, por desconhecê-lo- trouxe o desastre.

Os ruralistas têm fome de terras e, com o acordo, ganharam a retirada da escala progressiva de reflorestamento das margens fluviais, segundo o tamanho da propriedade e do rio.

O problema político, se Dilma vetar a retirada da escala, não será pequeno. Mas sem o veto o problema ambiental será muito pior, com a perda da reposição obrigatória de um pouco do que o desmatamento ruralista está retirando ao futuro do país. Já o futuro próximo.

A MP precisa ir à votação no Senado até 8 de outubro. Eleições mais julgamento do mensalão desmobilizaram as atenções antes postas no código.