Após confronto, empresa ameaça demitir mineiros que fazem greve

Mais Lidos

  • Não se trata apenas de petróleo: desdolarização e China, após o golpe de Trump na Venezuela. Artigo de Yago Álvarez Barba

    LER MAIS
  • "Gallo Pinto", o ex-espião de Chávez que incriminou Maduro

    LER MAIS
  • O intelectual catalão, que é o sociólogo de língua espanhola mais citado no mundo, defende a necessidade de uma maior espiritualidade em tempos de profunda crise

    “O mundo está em processo de autodestruição”. Entrevista com Manuel Castells

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

20 Agosto 2012

A mineradora Lonmin ameaçou ontem demitir cerca de 3.000 funcionários em greve na África do Sul, caso eles não retornem ao trabalho hoje.

A notícia é publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 20-08-2012.

A declaração foi feita no mesmo dia em que o presidente do país, Jacob Zuma, decretou uma semana de luto pelos 44 mineiros mortos em confrontos com a polícia durante protestos na última semana, na mina de Marikana, a noroeste de Johannesburgo.

Desses, 34 morreram em um único dia de confronto com a polícia, que alegou ter atirado em legítima defesa. O governo prometeu investigar.

"A nação está em choque e sofrendo", afirmou Zuma em nota. "Precisamos refletir nesta semana na santidade da vida humana. Precisamos evitar acusações e recriminação. Precisamos nos unir contra a violência."