União recria o 'velho' Geipot do tempo da ditadura militar

Mais Lidos

  • Inspirado na filosofia africana de Mogobe Ramose e pela história do Quilombo Mesquita, em Cidade Ocidental, Goiás, pesquisador defende que a pluridiversidade das comunidades quilombolas revela uma forma de existência fundada na ancestralidade, na reciprocidade e na multiplicidade das cosmopercepções.

    Pluridiversidade quilombola: quando a multiplicidade dos mundos se torna horizonte de justiça, pertencimento e resistência. Entrevista especial com Manoel Barbosa Neres

    LER MAIS
  • O que falta no programa de Lula. Artigo de Luiz Carlos Bresser-Pereira

    LER MAIS
  • A figura de Trump provavelmente pairará sobre a viagem do papa à América Latina

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

16 Agosto 2012

No pacote de concessões de rodovias e ferrovias, anunciado ontem, foi recriada a Empresa Brasileira de Planejamento de Transportes, o velho Geipot, agora com novo nome: Empresa de Planejamento e Logística. A medida é fruto da constatação de que não há projetos factíveis, bem feitos, viáveis e que tenham uma visão ampla de logística, e que essa é uma das razões para o enorme atraso nos investimentos públicos.

A reportagem é de Cláudia Safatle e publicda pelo jornal Valor, 16-08-2012.

O Geipot foi criado em 1965, por sugestão de um acordo de assistência técnica entre o governo do Brasil e o Banco Mundial, para formular, orientar, coordenar e executar a política nacional de transportes nos seus diversos modais, assim como para executar e coordenar os estudos e pesquisas sobre o setor. Tinha, em suas prateleiras, inúmeros projetos e um grande acervo de informações.

A empresa entrou em processo de liquidação em 2002, num período que imaginava-se transferir ao setor privado não só as rodovias e ferrovias, mas a concepção da malha de transportes do país. Suas funções foram substituídas parcialmente pelas agências reguladoras, mas não se conseguiu, nas licitações, que os projetos fossem bem feitos. O antigo Geipot tinha lá seus problemas, mas sua liquidação não foi, na visão deste governo, a melhor solução.