Venda de munição deve entrar num tratado de armas, dizem igrejas

Mais Lidos

  • “Dados indicam que a Amazônia se aproxima cada vez mais de um ponto de não retorno, principalmente como resultado da combinação entre o desmatamento acumulado no sistema, as mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global e os vários fatores de degradação florestal”, afirma o pesquisador

    Capacidade de recuperação da Amazônia é limitada: centro do mundo encontra-se ameaçado por práticas predatórias e ilegais. Entrevista especial com Bernardo Flores

    LER MAIS
  • Em um discurso à nação, Trump reviveu o mito da fraude eleitoral de 2020 e exagerou a influência da China em sua derrota

    LER MAIS
  • "Se Trump perder as eleições de meio de mandato, ele invalidará a votação, arriscando um golpe”. Entrevista com Robert Kagan

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

24 Julho 2012

Um Tratado de Comércio de Armas deve banir não só a venda de armas usadas em genocídios, crimes de guerra e graves violações dos direitos humanos, mas também restrições à venda de munição.

A defesa é dos representantes de 90% dos 2 bilhões de cristãos em apelo aos 194 representantes de governos que negociam um tratado dessa magnitude.

Quase todos os 194 Estados reconhecem que armas e munições mais utilizados em crimes de guerra devem ser incluídas no tratado. Uma minoria de pequenos países, incluindo grandes potências mundiais, insistem, porém, que o comércio de munição deva ficar de fora do tratado.

A informação é da Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação - ALC, 23-07-2012.

Representantes de igrejas enfatizam o custo humano da violência praticada todos os dias com armas ilegais, que provocam vítimas levadas a hospitais e cemitérios em diferentes partes do planeta.

"O Tratado da ONU para o Comércio de Armas deve regulamentar a munição que é usada para atingir pessoas", dizem os representantes do Conselho Mundial de Igrejas, da Aliança Evangélica Mundial, da Pax Christi Internacional e de Caritas, num comunicado conjunto divulgado na sexta-feira, dia 20 de julho, em Nova Iorque, onde acontecem as negociações.

As negociações do tratado vão durar um mês e estão, de momento, na metade do tempo previsto e num ponto muito sensível.

O moderador do Comitê Central do Conselho Mundial de Igrejas, pastor Walter Altmann, liderou a delegação ecumênica na Conferência da ONU sobre o Tratado de Comércio de Armas, em Nova York. A campanha do CMI por um Tratado de Comércio de Armas forte e eficaz envolve cerca de 70 igrejas-membros e organizações afins em 35 países.