Documento final da Rio+20 privilegia a economia, diz Marina Silva

Mais Lidos

  • Sem sermão para leigos: escolha certa, argumentos errados. Artigo de Andrea Grillo

    LER MAIS
  • Venezuela abalada por um duplo evento sísmico: um século de energia liberada em uma hora

    LER MAIS
  • As críticas a esta edição da Copa do Mundo “sugerem a existência de movimentos políticos e pessoas preocupadas com outras questões que não só o futebol ou o lucro da copa, como é o caso da FIFA”, avalia o antropólogo

    Copa da diáspora, dos encontros fugazes e das dificuldades de interação com a diferença. Entrevista especial com Arlei Damo

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Por: Cesar Sanson | 21 Junho 2012

A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva criticou nesta quarta-feira o acordo firmado entre os 193 países que participam da Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável. Segundo ela, o documento proposto pelo Brasil e aceito pelos outros países privilegiou apenas a economia, e não a sustentabilidade.

A reportagem é do portal G1, 20-06-2012.

"A crise econômica está sendo privilegiada [na negociação]. O documento é uma pá de cal na Rio+20", disse, em rápida entrevista concedida no fim da tarde, no Riocentro, onde ocorre o Segmento de Alto Nível da conferência, com chefes de Estado e governo dos países participantes. Em entrevistas anteriores, a ex-ministra havia usado a mesma expressão para dizer que a Rio+20 era uma "pá de cal na Rio92".

"O erro não é colocar 100 bilhões no FMI, é não colocar 100 bi em um fundo ambiental. Venceu a tese norte-americana. Prevaleceu a tese de que esforços são bilaterais. Que cada país tem que fazer as suas ações. Há um consenso de que o documento não é satisfatório", disse a ex-ministra.