Espanha e Portugal vivem dia de protestos contra austeridade

Mais Lidos

  • A Itália rejeita a reforma judicial de Meloni em referendo, um golpe político para seu governo

    LER MAIS
  • "O fascismo voltou". Entrevista com Vladimir Safatle

    LER MAIS
  • Aluguel e plataformização da moradia são as novas fronteiras da financeirização, destaca a arquiteta e urbanista

    “A moradia ficou cara porque foi monopolizada por grandes agentes financeiros”. Entrevista especial com Isadora de Andrade Guerreiro

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

21 Fevereiro 2012

A Espanha e Portugal viveram ontem mais um dia de protestos contra os planos de austeridade adotado pelos respectivos governos. Em Valencia, no leste da Espanha, diversos incidentes foram registrados, quando a polícia atacou uma manifestação de centenas de estudantes que protestavam contra os cortes orçamentários.

A notícia é do jornal O Estado de S. Paulo, 21-02-2012.

Os jovens, convocados pelas redes sociais, se reuniram na frente do instituto Lluis Vives, um colégio da cidade, para protestar contra os problemas que deixaram várias escolas sem calefação nas últimas semanas porque o governo regional não paga as contas.

Os conflitos começaram entre os manifestantes e um cordão policial que protegia as instalações da instituição e, em seguida, estendeu-se para as ruas próximas quando os jovens se dispersaram. Os policiais usaram cassetetes e alguns manifestantes foram agredidos já caídos no chão. "Houve detidos, mas não sabemos quantos", declarou um porta-voz da polícia.

Já em Lisboa, os trabalhadores da Energias de Portugal (EDP) participaram de manifestação contra a privatização da empresa e dos serviços públicos em geral, alertando ainda para as condições de trabalho de terceirizadas contratadas pela EDP.