Vamos Tirar o Planeta do Sufoco. Prefeitura de SP é criticada por setor de plásticos

Mais Lidos

  • O manifesto perturbador da Palantir recebe uma enxurrada de críticas: algo entre o tecnofascismo e um vilão de James Bond

    LER MAIS
  • A socióloga traz um debate importante sobre como as políticas interferem no direito de existir dessas pessoas e o quanto os movimentos feministas importam na luta contra preconceitos e assassinatos

    Feminicídio, lesbocídio e transfeminicídio: a face obscura da extrema-direita que viabiliza a agressão. Entrevista especial com Analba Brazão Teixeira

    LER MAIS
  • Trump usa o ataque para promover sua agenda em meio ao bloqueio de informações sobre o Irã e índices de aprovação em níveis historicamente baixos

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

17 Dezembro 2011

As entidades que representam o setor do plástico lamentaram a decisão da Prefeitura de São Paulo de aderir à campanha Vamos Tirar o Planeta do Sufoco, da Associação Paulista dos Supermercados (Apas). A iniciativa tem o objetivo de acabar com a distribuição gratuita de sacolas plásticas no comércio e três grandes redes - Carrefour, Pão de Açúcar e Walmart - também já aderiram. A iniciativa é voluntária e passa a valer no dia 25 de janeiro.

A informação é do jornal O Estado de S.Paulo, 17-12-2011.

"É com preocupação que a Plastivida, o Instituto Nacional do Plástico (INP) e a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis (Abief) recebem a notícia que, apesar da decisão do Tribunal de Justiça em manter a suspensão da lei que proíbe o uso das sacolinhas plásticas nos supermercados e no comércio varejista da cidade de São Paulo, a Prefeitura manifesta seu apoio à campanha que preconiza o banimento de sacolas plásticas por ato voluntário dos supermercados", afirmam as entidades por meio de nota.

De acordo com elas, a decisão do Tribunal de Justiça de suspender a lei municipal se baseia no argumento de que, além de ineficaz, ela "contraria o direito do consumidor de levar os produtos comprados no comércio".

Para a Plastivida, quem perde é o consumidor, que passa a ter de comprar sacolas retornáveis para transportar suas compras ou que recebem dos supermercados caixas usadas, sem a garantia de uma higienização e com a possibilidade de contaminação.