A Igreja do Congo não reconhece os resultados das eleições presidenciais

Mais Lidos

  • “A destruição das florestas não se deve apenas ao que comemos, mas também ao que vestimos”. Entrevista com Rubens Carvalho

    LER MAIS
  • Povos Indígenas em debate no IHU. Do extermínio à resistência!

    LER MAIS
  • “Quanto sangue palestino deve fluir para lavar a sua culpa pelo Holocausto?”, questiona Varoufakis

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Zooliteratura. A virada animal e vegetal contra o antropocentrismo

Edição: 552

Leia mais

Modernismos. A fratura entre a modernidade artística e social no Brasil

Edição: 551

Leia mais

Metaverso. A experiência humana sob outros horizontes

Edição: 550

Leia mais

Por: André | 16 Dezembro 2011

O cardeal Laurent Monsengwo Pasinya, arcebispo de Kinshasa, em uma declaração veiculada pela agência vaticana Fides, afirma que "os resultados das eleições de 28 de novembro não concordam nem com a verdade nem com a justiça". No dia 9 de dezembro, o presidente Joseph Kabila foi proclamado vencedor das eleições presidenciais na República Democrática do Congo, mas a legalidade da eleição está sendo questionada.

A reportagem está publicada no sítio Vatican Insider, 13-12-2011. A tradução é do Cepat.

O principal adversário de Kabila, Etienne Tshisekedi, não aceita os dados da Comissão Eleitoral Nacional Independente (Ceni), e disse ser o legítimo Chefe de Estado, enquanto alguns observadores independentes assinalaram graves irregularidades e fraudes eleitorais em várias partes do país.

O cardeal Monsengwo Pasinya convidou, de qualquer maneira, que a oposição prossiga pelas vias legais, evitando recorrer à violência: "dado que os resultados são provisórios e devem ser confirmados pela Suprema Corte de Justiça, pedimos àqueles que contestam [o resultado das eleições] para que apelem, recorram às vias do direito e que não se deixem levar pela violência".

"São 18 mortos por causa das eleições!" "Neste contexto, a Igreja está moralmente obrigado a oferecer sua ajuda à justiça, para estabelecer a verdade das urnas onde estiveram presentes os nossos observadores. Que a Suprema Corte, pois, ouça o chamado de todo o povo congolês", acrescentou o cardeal.

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

A Igreja do Congo não reconhece os resultados das eleições presidenciais - Instituto Humanitas Unisinos - IHU