Brasil Foods é multada por manter funcionários trabalhando sem parar

Mais Lidos

  • O manifesto perturbador da Palantir recebe uma enxurrada de críticas: algo entre o tecnofascismo e um vilão de James Bond

    LER MAIS
  • A socióloga traz um debate importante sobre como as políticas interferem no direito de existir dessas pessoas e o quanto os movimentos feministas importam na luta contra preconceitos e assassinatos

    Feminicídio, lesbocídio e transfeminicídio: a face obscura da extrema-direita que viabiliza a agressão. Entrevista especial com Analba Brazão Teixeira

    LER MAIS
  • Trump usa o ataque para promover sua agenda em meio ao bloqueio de informações sobre o Irã e índices de aprovação em níveis historicamente baixos

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Por: Cesar | 14 Dezembro 2011

A BRF Brasil Foods, empresa criada a partir da associação entre Perdigão e Sadia e que detém as marcas Batavo, Elegê e Qualy, entre outras, foi multada por desobedecer decisão da Justiça do Trabalho e insistir em manter os funcionários trabalhando sem parar. A unidade da empresa em Capinzal (SC) abate cerca de 450 mil frangos por dia e emprega 4,5 mil pessoas.

A notícia é da Agência Repórter Brasil, 13-12-2011.

Mesmo após perícias realizadas pelo Ministério Público do Trabalho indicarem que, de cada dez funcionários, dois têm algum tipo de doença ocupacional, a empresa se nega a cumprir decisão da juíza Lisiane Vieira, que determina que os que trabalham no corte de aves façam intervalos de recuperação de fadiga de 8 minutos a cada 52 minutos de atividades repetitivas, e que a suspeita ou comprovação de doenças ocupacionais sejam notificadas.