Disputa bilionária de Jirau contra seguradoras da obra

Mais Lidos

  • Vicente Cañas. Manter um processo vivo por trinta anos é uma vitória no país da impunidade. Entrevista com Michael Nolan e Ricardo Pael Ardenghi

    LER MAIS
  • Trump recua horas depois de o Papa Leão XIV ter considerado sua ameaça ao Irã "inaceitável". Artigo de Christopher Hale

    LER MAIS
  • A IA não é nem inteligente, nem artificial. Intenções humanas, extrativismo e o poder por trás das máquinas

    Parasita digital (IA): a pirataria dos saberes que destrói recursos naturais alimentada por grandes data centers. Entrevista especial com Miguel Nicolelis

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

12 Dezembro 2011

O consórcio Energia Sustentável, dono da hidrelétrica de Jirau, e a Camargo Correa, construtora do empreendimento, estão prestes a mover um processo bilionário contra as seguradoras da obra. Segundo o Valor apurou, elas se negam a pagar indenização por danos materiais provocados no canteiro de obras pelo atos de vandalismo que paralisaram a construção em maio.

A reportagem é de Thais Folego e publicada pelo jornal Valor, 12-12-2011.

Os danos estimados pelo segurados são de R$ 300 milhões, mas o valor total da indenização pode chegar a R$ 1,2 bilhão com os prejuízos gerados com o atraso da obra. Esse valor, porém, ainda será calculado. Para as seguradoras, os danos são muito inferiores, de aproximadamente R$ 100 milhões.

A seguradora líder da apólice é a SulAmérica, além de Mapfre, Allianz, Zurich, Itaú e Aliança do Brasil (Banco do Brasil). O valor segurado é de R$ 7,3 bilhões, em duas apólices que cobrem risco de engenharia e operacionais, combinados com uma cláusula de atraso de partida.

Procurado, o consórcio Energia Sustentável informa que não se pronuncia por razões jurídicas.