Pe. Agostinho, fundador da Pastoral Operária

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07 Outubro 2011

Nota da Pastoral Operária:

Pe. Agostinho Pretto, referência na luta dos Trabalhadores e das Trabalhadoras todo Brasil. A história de Pe. Agostinho se confunde com a história da Pastoral Operária. Ordenado padre em 30 de novembro de 1953, Pe. Agostinho foi convidado a organizar a Juventude Operária Católica (JOC) no RS. Dez anos depois, em 1963 mudou-se para o Rio de Janeiro onde passou a trabalhar como assistente eclesiástico nacional da JOC.

Com o golpe militar de 64, a ditadura passou a perseguir os setores progressistas da Igreja Católica. Em 1970, as sedes da JOC e demais pastorais sociais foram lacradas pela polícia em todo o Brasil, tendo vários de seus dirigentes e assistentes eclesiásticos presos e torturados, entre eles Pe. Agostinho.

No final dos anos 70, o movimento operário se rearticula no Brasil e inicia-se o trabalho de organização da Pastoral Operária, especialmente na região sudeste. Pe. Agostinho compreende o papel histórico da Pastoral e não mediu esforços para organiza-la em todo o Brasil.

Pe. Agostinho é uma referência de amor pela causa, que deve ser seguido por todos que acreditam e buscam a transformação social.