Com lei sobre uniões civis, agências católicas de adoção correm o risco de fechar nos EUA

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16 Julho 2011

No Estado de Illinois, as estruturas que se ocupam de adoções são obrigados a aceitar as exigências dos casais homossexuais.

A reportagem é de Mauro Pianta, publicada no sítio Vatican Insider, 15-07-2011. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Chega ao fim a renovação da convenção para os serviços de adoção e proteção entre as agências católicas e o Estado de Illinois. A decisão, relatada pela Rádio do Vaticano, é consequência direta da nova lei sobre as uniões civis também entre pessoas do mesmo sexo, que entrou em vigor no dia 1º de julho.

O Religious Freedom Protection and Civil Union Act reconhece, de facto, aos casais do mesmo sexo, os mesmos direitos daqueles casais formados entre um homem e uma mulher e regularmente unidos em matrimônio. Entre esses direitos, está incluída a possibilidade de adotar crianças.

É por isso que todas as agências que se ocupam de adoção, sem exceção, são obrigadas a aceitar os pedidos de adoção de casais homossexuais, mesmo que isso seja contrário aos seus princípios de fé, sob pena de fechar. As quatro agências de caridade católicas do Illinois encontram-se justamente nessa situação. De seu lado, essas estruturas pediram uma suspensão da decisão que envolverá 1.997 crianças em custódia familiar.

Atualmente, são seis os Estados norte-americanos que reconhecem em suas próprias legislações as uniões civis ou matrimônios homossexuais. Além de Illinois, estão: Califórnia, Nevada, New Jersey, Oregon e Washington.