Fotos do dia. Depois de 50 anos de guerra, a independência

Mais Lidos

  • Lula, sua última eleição e seus demônios. Artigo de Antonio Martins

    LER MAIS
  • Vozes de Emaús: Movimento Fé e Política faz história. Artigo de Frei Betto e Claudio Ribeiro

    LER MAIS
  • Parte do Sul Global, incluindo o Brasil, defende que países desenvolvidos abandonem os combustíveis fósseis primeiro. Para Martí Orta, não há espaço para ritmos nacionais distintos na eliminação de petróleo, gás e carvão. O pesquisador afirma que a abertura de novos projetos de exploração ignora os limites definidos pela ciência

    Cancelar contratos fósseis. Não ‘há tempo’ para transição em diferentes velocidades. Entrevista com Martí Orta

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

10 Julho 2011


Como um símbolo, o novo chefe do Estado do Sudão do Sul, Salva KIir (à esquerda), preside a cerimônia oficial ao lado do homem que combateu durante anos, o presidente sudanês Omar el-Bechir. Este último, que na sexta-feira reconheceu a nova República, está sob o mandato de prisão internacional por genocídio e crimes contra a humanidade em Dafur, região a oeste e envolta numa guerra civil.

Fonte: AFP


No sábado, dia 09 de julho, a República do Sudão do Sul se tornou oficialmente o 193º Estado da comunidade internacional e o 54º do continente africano. Desde a madrugada, os cidadãos do novo estado, entuasiasmados, afluíram cantando e agitando as bandeiras para o lugar das cerimônias em Juba.

Foto: Reuters

Depois de 50 anos de guerra, com intervalos de calma, entre os rebeldes do sul e os governantes do norte sediados em Khartoum, celebras-se a independência do Sudão do Sul. Um acordo de 2005 acabou com o mais longo conflito africano e abriu o caminho para o referendo de janeiro de 2011 quando 98% da população do sul aprovou a separação. O Sul, de maioria cristã, se separa, desta maneira, do Norte, muçulmano.

Foto: AP


Após a declaração solene da independência, a nova bandeira do Sudão do Sul foi hasteado sob os frenéticos aplausos da multidão e dos gritos de alegria e de muito choro. Salva Kiir em seguida prestou juramento como primeiro presidente do Sudão do Sul e assinou a constituição transitória, jurando "favorecer o desenvolvimento e o bem-estar do povo".

Foto: AFP