Camargo Corrêa freta avião para trabalhadores

Mais Lidos

  • Lula, sua última eleição e seus demônios. Artigo de Antonio Martins

    LER MAIS
  • Vozes de Emaús: Movimento Fé e Política faz história. Artigo de Frei Betto e Claudio Ribeiro

    LER MAIS
  • Parte do Sul Global, incluindo o Brasil, defende que países desenvolvidos abandonem os combustíveis fósseis primeiro. Para Martí Orta, não há espaço para ritmos nacionais distintos na eliminação de petróleo, gás e carvão. O pesquisador afirma que a abertura de novos projetos de exploração ignora os limites definidos pela ciência

    Cancelar contratos fósseis. Não ‘há tempo’ para transição em diferentes velocidades. Entrevista com Martí Orta

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

19 Março 2011

Dois aviões e 200 ônibus foram fretados pela Camargo Corrêa para encaminhar mais de 7.000 trabalhadores das obras de Jirau a seus Estados de origem. A maioria vem de outras partes do Norte e do Nordeste.

A informação é do jornal Folha de S. Paulo, 19-03-2011.

No principal abrigo montado em Porto Velho para receber operários que ficaram sem alojamentos, milhares de pessoas passaram a noite em colchões estendidos no chão. Ao longo do dia, 10 mil refeições foram servidas no local, segundo a empresa.

A construtora se comprometeu com o governo de Rondônia e a prefeitura a concluir toda a tarefa até o meio-dia de segunda-feira.

"A logística já foi montada para que tudo seja concluído", disse Renato Penteado, diretor de obras. Segundo ele, já foi feito a triagem dos trabalhadores e estabelecidas rota para o transporte.

Penteado disse que outros 2.000 trabalhadores permanecem no canteiro de obras da margem esquerda do rio Madeira, onde o acesso é possível só por barcos. Lá, segundo a empresa, não houve danos à infraestrutura.

Os danos ao principal canteiro da obra irão alterar o cronograma, que previa geração parcial de energia em 2012. "Certamente haverá alteração", afirmou.

A Odebrecht, responsável pela usina de Santo Antônio, informou que o trabalho será retomado "assim que houver a normalização do ambiente na região".