Promessas não são cumpridas, dizem operários

Mais Lidos

  • Lula, sua última eleição e seus demônios. Artigo de Antonio Martins

    LER MAIS
  • Vozes de Emaús: Movimento Fé e Política faz história. Artigo de Frei Betto e Claudio Ribeiro

    LER MAIS
  • Parte do Sul Global, incluindo o Brasil, defende que países desenvolvidos abandonem os combustíveis fósseis primeiro. Para Martí Orta, não há espaço para ritmos nacionais distintos na eliminação de petróleo, gás e carvão. O pesquisador afirma que a abertura de novos projetos de exploração ignora os limites definidos pela ciência

    Cancelar contratos fósseis. Não ‘há tempo’ para transição em diferentes velocidades. Entrevista com Martí Orta

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

17 Março 2011

A maior parte dos trabalhadores da usina de Jirau vem de outros Estados do Norte e do Nordeste. Muitos contam ter sido chamados por recrutadores, que prometeram mais do que os funcionários dizem ter encontrado.

A informação é do jornal Folha de S. Paulo, 18-03-2011.

"Fui descobrir aqui que a Camargo Corrêa não paga hora extra. Você acha que eu iria vir para trabalhar só oito horas? Ficar fazendo nada o resto do dia?", questiona José Benedito Cotrin, 37, de Abaetetuba (PA).

O maranhense José Oliveira, 29, disse que não quer voltar a trabalhar na usina. "Quero receber os meus direitos e voltar para casa."

Outro trabalhador, que não se identificou, diz que a empresa se recusa a pagar a viagem de volta dos que pedem demissão e que o local é um "presídio em que o trabalhador controla o horário do banho de sol".