Para entender o que aconteceu em Fukushima

Mais Lidos

  • "A adesão ao conservadorismo político é coerente com uma cosmologia inteira que o projeto progressista rechaça". Entrevista especial com Helena Vieira

    LER MAIS
  • Quando uma estudante de teologia desafiou o cardeal

    LER MAIS
  • Neste ano, o El Niño deve ser terrível. Artigo de Vivaldo José Breternitz

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

13 Março 2011

1.- O que causou o acidente nuclear no Japão?

Problemas tiveram início quando o terremoto da última sexta-feira cortou a energia da usina de Fukushima 1, interrompendo o sistema que esfria os reatores. O sistema de emergência começou a operar, mas foi danificado pelo tsunami.

2.- Por que houve a explosão no teto do reator 1?

As tentativas de resfriar o reator 1 falharam, e um superaquecimento provocou a explosão.

3.- Que danos a explosão do reator 1 causou?

O teto que abriga o reator 1 e a parede secundária de proteção foram danificados. A parede primária de contenção do reator, no entanto, formada por 15 cm de aço e concreto, permanece intacta, de acordo com autoridades japonesas.

4.- Qual o risco de radiação?

O governo japonês afirmou ter registrado níveis de radiação acima do limite de segurança, mas que não representam risco imediato à saúde humana.

5.- Quantas pessoas foram expostas à radiação?

Estima-se que pelo menos 190 pessoas foram expostas à radiação, mas esse número pode ser muito maior. Cerca de 210 mil pessoas foram retiradas de uma área de 20 km no entorno de Fukushima por precaução.

6.- Os outros reatores da usina se encontram a salvo?

Técnicos da usina estão injetando água do mar nos reatores 2 e 3 de Fukushima para evitar superaquecimento. O governo não descarta explosão similar à ocorrida no último sábado.

Fonte: "The Guardian" e traduzido pelo jornal Folha de S. Paulo, 14-03-2011.