Plano de Ação para a Produção e o Consumo Sustentáveis. Entrevista especial com Lisa Gunn

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24 Junho 2010

No que consiste o Plano de Ação para a Produção e o Consumo Sustentáveis (PPCS) que foi lançado recentemente pelo governo federal?

Qual é a sua origem e contexto?

Desde a ECO 92, temos a clareza de que os atuais padrões de consumo e produção formam a raiz dos problemas socioambientais que nós enfrentamos. Então, há todo um trabalho a ser feito, tanto por parte do poder público quanto do setor privado e da sociedade civil para, de fato, implementar mudanças efetivas nesses padrões. A questão das mudanças climáticas veio justamente para demonstrar a urgência da necessidade que temos de mudar os padrões de consumo e produção. Esse plano tenta fazer a ponte com o Plano Nacional de Mudanças Climáticas, identificando quais são as sinergias entre esses diferentes projetos. A proposta do Ministério do Meio Ambiente é colocar o Plano de Ação para a Produção e o Consumo Sustentáveis em consulta pública para colher a opinião da sociedade como um todo. O trabalho do comitê que fez a primeira versão já pensou em receber a contribuição da sociedade.

Quais são os primeiros passos que uma pessoa tem que dar para se inserir numa prática de consumo sustentável?

O consumidor precisa fazer uma reflexão sobre seus hábitos de consumo e olhar para além da relação entre preço e qualidade, que é privilegiado normalmente, mas também olhar os impactos sociais e ambientais dos seus hábitos. Essa não é uma tarefa fácil. Nós ainda não temos mecanismos que deem informações ao consumidor, mas ainda assim ele tem condições de, ao menos, olhar, por exemplo, o consumo de energia de um equipamento no momento da compra e dar preferência para os que consomem menos energia. Praticar a separação do lixo é algo importante. Sabemos que são poucos os municípios que oferecem a coleta seletiva, o consumidor precisa fazer um esforço extra de buscar associações de catadores ou supermercados que façam esse trabalho. E mais: ele pode pressionar o poder público para que faça a coleta do lixo de forma seletiva. O consumidor precisa ter um protagonismo na busca de informações e alternativas.
(cfr. notícia do dia 24.06.2010,desta pág).

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