Nicarágua. Fome pode levar à histeria coletiva

Mais Lidos

  • "O Cântico das Criaturas nos ajuda a defender a vida". Entrevista com Stefano Mancuso

    LER MAIS
  • “Trump mantém o chavismo vivo porque é ele quem controla a Venezuela”. Entrevista com José Natanson, cientista político

    LER MAIS
  • Venezuela: Trump assume o controle dos campos de petróleo. Caracas negocia, provocando a ira da China

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

07 Março 2008

A população da costa norte caribenha vive uma situação dramática. Em coletiva de imprensa na terça-feira, 4, líderes da Coordenadoria Civil de Puerto Cabezas Bilwi e delegados da Mesa Nacional para Gestão de Riscos (MNGR) alertaram sobre o perigos de uma histeria coletiva em decorrência da crise alimentar que assola a região. Depois de 180 dias da passagem do furacão Félix, a costa caribenha enfrenta uma situação de insuficiência alimentar, enquanto a população continua à espera dos projetos de moradia prometidos pelo governo.
 
A presidente da Coordenadoria Civil de Puerto Cabezas, Dixie Lee, assegurou que 80% da população atingida pelo Félix continuam vivendo em casas de lona improvisadas. Viver nesse nível de pobreza e diante da ameaça de fome pode dar margem à histeria coletiva que somente os sukias - curandeiros indígenas - conseguem curar, advertiu.
 
"São poucas as entidades que ficaram trabalhando nas comunidades, a exemplo da Ação Conjunta das Igrejas (ACT), integrada pelo Conselho de Igreja Evangélicas Pró Aliança Denominacional (CEPAD), a Ação Médica Cristã, a Igreja Luterana e o Centro Intereclesial de Estudos Teológicos e Sociais (Cieets). Estes, desde o começo, ofereceram alimentos, ferramentas e continuam capacitando líderes no programa psicosocial para atenção de recuperação emocional e reabilitação produtiva", informou

(cfr. notícia do dia 07/03/08, desta página).