A corrida estrangeira pelo álcool brasileiro

Mais Lidos

  • EUA e Israel lançam ataque pesado contra o Irã, que reage com mísseis e promete vingança

    LER MAIS
  • A redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1 são essenciais para garantir o direito à educação e à qualificação profissional, enfrentando desigualdades estruturais e promovendo o desenvolvimento humano e social.

    Dossiê fim da escala 6x1: Tempo para aprender, tempo para viver: A redução da jornada de trabalho como condição para o direito à qualificação profissional no Brasil

    LER MAIS
  • Leão XIV está mais próximo da Ucrânia, mas em um ponto o Papa Francisco continua sendo profético. Artigo de Marco Politi

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

18 Junho 2007

Desde a grande onda das privatizações, na década de 90, o Brasil não registra um volume tão grande de investimentos estrangeiros diretos. Somente nos três primeiros meses de 2007, de acordo com o Banco Central, entrou no país um volume de recursos da ordem de 6,5 bilhões de dólares. Trata-se de um aumento de 66% sobre o ingresso de capital registrado durante o mesmo período do ano passado. Um dos fatores responsáveis por essa evolução impressionante é o interesse que os negócios ligados ao setor do etanol despertam hoje no exterior.

Num ritmo febril, têm sido anunciadas quase a cada semana novas grandes parcerias, operações de compra e organização de fundos de investimento destinados a colocar dinheiro na produção de álcool no país. De acordo com a consultoria Datagro, os estrangeiros investiram 2,2 bilhões de dólares no setor desde 2000.

É fácil entender o motivo de tanto interesse de grupos estrangeiros. Maior produtor mundial de cana-de-açúcar, o Brasil disputa a liderança do mercado de etanol com os Estados Unidos, que faz álcool combustível do milho.

(cfr. notícia do dia 18-06-07, desta página).