Eleições chave na Nicarágua. Sérgio Ramírez, ex-vice-presidente da Nicarágua

Mais Lidos

  • "Estamos nos tornando cada vez mais solitários e mais tolos". Entrevista com Carmody Grey, a filósofa que disse não à Anthropic

    LER MAIS
  • Mulheres estudantes da Escola Nacional de Belas Artes em exposição de trabalhos em 1935

    O esquecimento das mulheres na história da arquitetura e do urbanismo brasileiro: “Estiveram na Escola Nacional de Belas Artes desde o início”. Entrevista com Camila Belarmino

    LER MAIS
  • Ministério ordenado: ontem, hoje, amanhã. Livro de Francisco Taborda. Uma resenha

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

18 Outubro 2006

Aproxima-se o dia das eleições nacionais na Nicarágua. Aqueles que ao longo dos últimos anos temos procurado que os espaços eleitorais se abram para que o monopólio criado pelo pacto entre Daniel Ortega e Arnoldo Alemán se torne coisa do passado, podemos sentir-nos recompensados. Foram frustradas todas as tentativas de inibir candidatos ou de jogar na ilegalidade partidos, e os eleitores nicaragüenses têm desta vez a oportunidade de escolher entre cinco opções, duas delas contestatórias do velho sistema excludente do pacto, que baseou sua vantagem na polarização.
As conquistas ou avanços da democracia nicaragüense podem desaparecer de um só golpe se os votos não forem contados de maneira transparente no próximo dia 05 de novembro. É necessário dizê-lo com todas as letras. A possibilidade de fraude eleitoral é certa, e é preciso tentar evitá-la.
Sempre se tende a dizer que as eleições num país são as mais transcendentais da sua história. Na Nicarágua esta afirmação não é gratuita. Portanto, não se esqueçam da Nicarágua, digo àqueles que perguntam pelas eleições. Estamos jogando o futuro.

(cfr. notícia do dia 18-10-06, desta página).