O Presidente Xi Jinping no Vaticano? Sim, não, talvez ... quem sabe, por que não?

Xi Jinping | Foto: Reprodução - Youtube

Mais Lidos

  • Lula, sua última eleição e seus demônios. Artigo de Antonio Martins

    LER MAIS
  • Vozes de Emaús: Movimento Fé e Política faz história. Artigo de Frei Betto e Claudio Ribeiro

    LER MAIS
  • Parte do Sul Global, incluindo o Brasil, defende que países desenvolvidos abandonem os combustíveis fósseis primeiro. Para Martí Orta, não há espaço para ritmos nacionais distintos na eliminação de petróleo, gás e carvão. O pesquisador afirma que a abertura de novos projetos de exploração ignora os limites definidos pela ciência

    Cancelar contratos fósseis. Não ‘há tempo’ para transição em diferentes velocidades. Entrevista com Martí Orta

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

18 Março 2019

Uma visita ao Vaticano do presidente chinês, Xi Jinping, para um encontro com o Papa Francisco, durante sua estada na Itália de 21 a 24 de março, até o momento deve ser descartada. Aliás, Dom Paul Richard Gallagher, Secretário do Vaticano para as Relações com os Estados, falando à Comunidade de Sant'Egidio há alguns dias, disse que no momento não estava programada nenhuma reunião entre o líder chinês e o Pontífice. Portanto, até o momento, o que é possível é, ao mesmo tempo, pouco provável.

O comentário é de Luis Badilla, publicado por Il Sismografo, 17-03-2019. A tradução é de Luisa Rabolini

No estado atual dos fatos, o que parece clara é a disposição do Vaticano para um encontro e, portanto, para uma visita do presidente chinês ao Vaticano. Por parte da Santa Sé, não há nenhuma limitação ou condição. Basta que o presidente comunique que deseja encontrar-se com o Papa Francisco e tudo será organizado, como devido, em um curto espaço de tempo, também porque, sendo uma visita privada, não são necessários preparativos especiais.

No lado chinês, não há nenhuma recusa, mas as comunicações contínuas entre as partes - intensas nestes dias - não tocam o tema específico de um eventual encontro. Parece que tudo depende de uma única voz, no momento em que quiser se manifestar sobre a questão: o Presidente Xi Jinping. Ele, e apenas ele, pode decidir, em coordenação com o Comitê Permanente do Politburo do Partido.

É por isso que, no momento, pode-se dizer que um encontro poderia "sair" no último minuto, sem pré-avisos especiais, para colocar em prática um gesto político e diplomático de grande importância histórica: quebrar o gelo com um encontro cara-a-cara impensável até poucos dias atrás.

Seria um encontro cujo perfil histórico está exatamente no próprio encontro.

Leia mais