Colômbia. Jesuíta se oferece em troca de um sequestrado pelo ELN. Governo recusa a troca de reféns

Mais Lidos

  • Lula, sua última eleição e seus demônios. Artigo de Antonio Martins

    LER MAIS
  • Vozes de Emaús: Movimento Fé e Política faz história. Artigo de Frei Betto e Claudio Ribeiro

    LER MAIS
  • Parte do Sul Global, incluindo o Brasil, defende que países desenvolvidos abandonem os combustíveis fósseis primeiro. Para Martí Orta, não há espaço para ritmos nacionais distintos na eliminação de petróleo, gás e carvão. O pesquisador afirma que a abertura de novos projetos de exploração ignora os limites definidos pela ciência

    Cancelar contratos fósseis. Não ‘há tempo’ para transição em diferentes velocidades. Entrevista com Martí Orta

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

22 Agosto 2016

Francisco de Roux, padre jesuíta, se ofereceu para ser trocado pelo ex-congressista Odín Sánchez, sequestrado pela guerrilha do Exército de Libertação Nacional – ELN.

A informação é publicada por Periodista Digital, 20-08-2016. A tradução é de IHU On-Line.

“ELN, me ofereço pela liberdade de Odín. Digam onde devo ir, tomem minha liberdade e soltem-no”, escreve o padre jesuíta na sua conta oficial de Twitter.

Um irmão de Odín Sánchez contou à Rádio Caracol que a família está desesperada porque não pode pagar os 925 mil euros exigidos pelo ELN para libertá-lo.

De Roux é um destacado defensor dos direitos humanos das vítimas do conflito armado e que tem colaborado para que o Governo e o ELN – integrado por antigos religiosos – iniciem um diálogo de paz.

O ELN e o Governo anunciaram em 31 de março deste ano um acordo para iniciar a fase pública das negociações de paz, mas elas não começaram porque o Executivo pede que a guerrilha renuncie ao sequestro e liberte todos os reféns, entre outras coisas.

O vice-ministro do Interior, Guillermo Rivera, rechaçou, por parte do Governo colombiano, a proposta do padre Francisco de Roux.

“O governo rechaça e condena o sequestro. Não queremos nenhum tipo de troca entre pessoas que estejam sequestradas”, afirmou Rivera.

Rivera aproveitou a oportunidade para pedir ao grupo armado um gesto de paz. “Este governo quer a paz, e o que exige ao ELN para iniciar a fase pública de conversações é que liberte as pessoas que mantém sequestradas”, reiterou.