Ação humanitária recupera nave afundada no ano passado no Mediterrâneo com mais de 700 corpos de migrantes

Mais Lidos

  • ​Prevenção da violência, enfrentamento da criminalidade e recuperação de jovens em conflito com a lei dependem de políticas que ultrapassem o punitivismo penal, defende o advogado

    Redução da maioridade penal e a lógica punitivista: “A segurança pública não será alcançada apenas por meio do aumento da punição”. Entrevista especial com Alexander Rodrigues de Castro

    LER MAIS
  • Horas antes do cisma ser finalizado, Pagliarani responde ao Papa: "Não somos cismáticos, somos o remédio de que a Igreja precisa"

    LER MAIS
  • Fraternidade Sacerdotal São Pio X e o tradicionalismo católico de 1988 até hoje. Artigo de Massimo Faggioli

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

01 Julho 2016

Nestas horas o governo italiano completa uma extraordinária operação humanitária na recuperação da nave afundada no ano passado no Mediterrâneo com mais de 700 corpos. Uma operação “meritória enquanto celebramos o Jubileu da Misericórdia, que recorda o valor da obra de misericórdia; sepultar os mortos, e também porque restitui os mortos às suas famílias, em pena para quem, tendo partido, não tinha mais dado suas notícias”.

A informação é publicada por Migrantes, 30-06-2016. A tradução é de Benno Dischinger.

A afirmá-lo é hoje a Fundação Migrantes numa nota que o pesqueiro naufragado aos 18 de abril de 2015, no Canal de Sicília, a 100 milhas da Sicília e a 40 da Líbia, permaneceu numa profundidade de 370 metros. Mas foi trazido à superfície para iniciar as operações de recuperação das restos do naufrágio.

“Finalmente, os corpos de homens e mulheres, crianças e jovens poderão encontrar – afirma Dom Giancarlo Perego, diretor geral da Fundação Migrantes – uma digna sepultura, no mesmo dia em que outras mães e mulheres perderam a vida no Mediterrâneo. Os mortos recuperados e os novos contínuos mortos no Mediterrâneo pedem – conclui – que não sejam mais rejeitados os corredores humanitários, única solução para não ter pesando na consciência os mortos de tantos migrantes em fuga, homens e mulheres como nós”.