Centrais sindicais convocam greve geral para 11 de novembro

Mais Lidos

  • O sociólogo William I. Robinson, da Universidade da Califórnia, combina um trabalho militante, focado nas últimas semanas em protestos contra a força militar da fronteira dos EUA, com uma análise minuciosa do colapso do capitalismo

    “Gaza é um símbolo, um modelo, um alerta do que aguarda todo o planeta”. Entrevista com William I. Robinson

    LER MAIS
  • “Uma nova civilização está sendo construída, a civilização da onipotência”. Entrevista com Gilles Lipovetsky

    LER MAIS
  • 'Therians', o fenômeno viral sem fundamento que a extrema-direita usa para alimentar sua retórica 'anti-woke'

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

21 Outubro 2016

Em oposição à reforma da Previdência, à reforma trabalhista e à PEC 241, as oito centrais sindicais definiram nesta quarta-feira (19) uma data para a greve geral: 11 de novembro. A ideia é que, neste dia, as categorias façam paralisações totais ou parciais, ou seja, de pelo menos hora.


Foto: Arquivo da CUT. 

A reportagem é publicada por Brasil de Fato, 20-10-2016.

O ato fará parte da Jornada de Lutas Contra a Retirada de Direitos no país, um calendário nacional de mobilização e paralisações contra as reformas propostas pelo governo de Michel Temer, elaborado em reunião na sede da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Também estavam presentes a Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), a Conlutas, a Força Sindical, a Intersindical, a Nova Central e a União Geral dos Trabalhadores (UGT).

Já na próxima segunda-feira (24), haverá um ato em Brasília contra a PEC 241, que deve ser votada em segundo turno na Câmara dos Deputados no mesmo dia.

Pauta

As organizações são contra a reforma da Previdência, que quer estabelecer a idade mínima de 65 anos para aposentadoria e equiparar as regras de homens e mulheres. Também são contra a reforma trabalhista que flexibilizaria a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e faria com que o negociado entre patrão e empregado prevalecesse sobre o legislado.

Além disso, protestam contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, que congela os gastos dos serviços públicos pelos próximos 20 anos.

Repercussão

Após as mobilizações do dia 11 de novembro, as centrais sindicais voltarão a se reunir para definir os detalhes sobre os atos do dia 25 de novembro. Segundo o presidente da CUT, Vagner Freitas, o que não muda são os propósitos finais da agenda de lutas.

“Será uma jornada de acúmulo de forças, estaremos nas ruas dia 11 e 25 e seguir caminhando rumo à greve geral, se os governantes não entenderem que não podem retirar os direitos da classe trabalhadora”, encerrou Freitas.

Leia mais