Tirania no Darfur: as chagas de todo um continente

Mais Lidos

  • Inspirado na filosofia africana de Mogobe Ramose e pela história do Quilombo Mesquita, em Cidade Ocidental, Goiás, pesquisador defende que a pluridiversidade das comunidades quilombolas revela uma forma de existência fundada na ancestralidade, na reciprocidade e na multiplicidade das cosmopercepções.

    Pluridiversidade quilombola: quando a multiplicidade dos mundos se torna horizonte de justiça, pertencimento e resistência. Entrevista especial com Manoel Barbosa Neres

    LER MAIS
  • O que falta no programa de Lula. Artigo de Luiz Carlos Bresser-Pereira

    LER MAIS
  • A figura de Trump provavelmente pairará sobre a viagem do papa à América Latina

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

11 Março 2009

Em "The Bottom Billion", Paul Collier, estudioso da economia do desenvolvimento, procura explicar a pobreza dos condenados da Terra: o bilhão de mulheres de homens que vivem em cerca de 58 países, 70% na África subsaariana. Os principais motivos seriam quatro:
1. os conflitos armados que se repetem sem descanso, mais ou menos intensamente, de modo crônico, e sempre latentes, que geram instabilidade, uma baixa taxa de escolaridade e uma intensa criminalidade;
2. a maldição dos recursos naturais, que, por representarem um maná, criam um desastroso clientelismo nos sistemas democráticos e uma arma perigosa nos autoritários;
3. a interclusão, isto é, a situação dos países sem acesso ao mar e dependentes dos que o circundam e abusam da sua posição privilegiada impondo taxas e impostos;
4. o governo ruim.
O futuro não é rosa, diz Collier: a paisagem mundial se escurece sobre os países pobres, que sofrerão o peso da crise mais do que os outros.

(cfr. notícia do dia 11-03-09, desta página).