"A atual situação está massacrando os povos indígenas", diz D. Roque Paloschi.

Mais Lidos

  • O manifesto perturbador da Palantir recebe uma enxurrada de críticas: algo entre o tecnofascismo e um vilão de James Bond

    LER MAIS
  • A socióloga traz um debate importante sobre como as políticas interferem no direito de existir dessas pessoas e o quanto os movimentos feministas importam na luta contra preconceitos e assassinatos

    Feminicídio, lesbocídio e transfeminicídio: a face obscura da extrema-direita que viabiliza a agressão. Entrevista especial com Analba Brazão Teixeira

    LER MAIS
  • Trump usa o ataque para promover sua agenda em meio ao bloqueio de informações sobre o Irã e índices de aprovação em níveis historicamente baixos

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

16 Mai 2008

Gaúcho de Lajeado, Roque Paloschi, há três anos bispo de Roraima, está no centro de um conflito entre índios e agricultores sulistas que disputam a posse da Terra Indígena Raposa Serra do Sol. Ele é apontado por arrozeiros como incentivador da disputa. a atual situação está massacrando os povos indígenas.

Dom Roque, 51 anos, negou estar apostando no confronto, mas afirmou que a atual situação está massacrando os povos indígenas. Não é um conflito. É um massacre. Há três décadas os indígenas vêm sendo exterminados em seu território. Até agora, 30 deles foram assassinados. Missionários têm sido ameaçados, inclusive há um marcado para morrer”.

O senhor acha possível os brancos e os índios viverem em paz na Raposa Serra do Sol?
Eis a sua resposta “Como hoje, não! Os índios não podem mais continuar sendo massacrados”.

Cfr. notícia 16-05-08 desta página