Polícia investiga plano para matar Frei Henri des Rosiers

Mais Lidos

  • Vicente Cañas. Manter um processo vivo por trinta anos é uma vitória no país da impunidade. Entrevista com Michael Nolan e Ricardo Pael Ardenghi

    LER MAIS
  • O Pentágono ameaçou o embaixador do Papa Leão XIV com o Papado de Avignon

    LER MAIS
  • Para o professor e pesquisador da UFPA, reterritorializar o debate sobre o acelaracionismo em termos amazônidas inaugura um amplo espectro de questões incontornáveis de nosso tempo

    Como pensar o aceleracionismo em um mundo que já acabou? Entrevista especial com Ricardo Evandro Martins

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

21 Novembro 2007

O advogado e coordenador da Comissão Pastoral da Terra (CPT) em Xinguara, sul do Pará, frei Henry des Rosiers, recebeu informações de policiais militares da região de que poderá ser assassinado a qualquer momento. Segundo os PMs, três pistoleiros teriam sido contratados por R$ 50 mil - mesmo valor oferecido aos assassinos da missionária norte-americana Dorothy Stang, morta com seis tiros em fevereiro de 2005. Os principais interessados na morte do frade seriam fazendeiros da região inconformados com as constantes invasões de suas terras.
 Frei Henry, que desde o assassinato de Dorothy Stang anda com proteção policial, disse que não abandonará sua luta em defesa da reforma agrária. “Tem gente aqui muito mais ameaçada do que eu. Não vou me intimidar com isso”, disse.
A CPT emitiu nota ontem cobrando providências mais efetivas das autoridades. “Não faz sentido oferecer proteção policial aos ameaçados de morte se não são adotadas medidas eficazes para sequer concretizar as condenações judiciais referentes aos mandantes e executores de trabalhadores rurais”, diz a nota.

(cfr. notícia do dia 21-11-07, desta página).