Polícia investiga plano para matar Frei Henri des Rosiers

Mais Lidos

  • Comissão teológica do Vaticano define 'pecado contra a criação e o Criador' em novo documento

    LER MAIS
  • Entre inteligência artificial, cosmopolítica e novas ecologias do valor, pensador propõe reinventar as infraestruturas que organizam nossos desejos e reabrir a imaginação para outros futuros possíveis

    “Nervos pra fora!” Comunismo ácido recarregado. Entrevista especial com Erik Bordeleau

    LER MAIS
  • Ciclo de Estudos sobre a teologia da encarnação profunda, promovido pelo Instituto Humanitas Unisinos – IHU, inicia nesta terça-feira, 08-09-2026, às 10h

    Encarnação profunda (deep incarnation): o mistério de Cristo num mundo evolutivo e em transformação climática

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

21 Novembro 2007

O advogado e coordenador da Comissão Pastoral da Terra (CPT) em Xinguara, sul do Pará, frei Henry des Rosiers, recebeu informações de policiais militares da região de que poderá ser assassinado a qualquer momento. Segundo os PMs, três pistoleiros teriam sido contratados por R$ 50 mil - mesmo valor oferecido aos assassinos da missionária norte-americana Dorothy Stang, morta com seis tiros em fevereiro de 2005. Os principais interessados na morte do frade seriam fazendeiros da região inconformados com as constantes invasões de suas terras.
 Frei Henry, que desde o assassinato de Dorothy Stang anda com proteção policial, disse que não abandonará sua luta em defesa da reforma agrária. “Tem gente aqui muito mais ameaçada do que eu. Não vou me intimidar com isso”, disse.
A CPT emitiu nota ontem cobrando providências mais efetivas das autoridades. “Não faz sentido oferecer proteção policial aos ameaçados de morte se não são adotadas medidas eficazes para sequer concretizar as condenações judiciais referentes aos mandantes e executores de trabalhadores rurais”, diz a nota.

(cfr. notícia do dia 21-11-07, desta página).