Parteiras e pajés da Amazônia vão trocar saberes

Mais Lidos

  • Na semana do Dia das Mães, a pesquisadora explica como o mercado de trabalho penaliza mulheres chefes de família com filhos e sem cônjuge

    Mães solo e os desafios do cotidiano: dificuldades e vulnerabilidades nos espaços públicos. Entrevista especial com Mariene de Queiroz Ramos

    LER MAIS
  • Padre Josimo: 40 anos depois segue sendo assassinado todo dia. E segue ressuscitando

    LER MAIS
  • Pesquisadora discute sobre a disputa de sexo e gênero no ciclo de estudos Gênero, Religião, Política. Mobilização de crenças e afetos realizado pelo Instituto Humanitas Unisinos – IHU nesta terça-feira, 12-05-2026, às 10h

    O conservadorismo contemporâneo nos debates sobre gênero dentro da perspectiva feminista e antifeminista

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

29 Setembro 2011

Pela primeira vez, parteiras e pajés do Norte do país vão se encontrar para compartilhar saberes, vivências e experiências de suas atividades nas comunidades indígenas e ribeirinhas da região amazônica.

A informação é da Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação (ALC), 28-09-2011.

O I Encontro de “Parteiras e Pajés: Trocas e Saberes” está agendado para outubro, na capital do Acre, Rio Branco, e terá a presença de representantes de 18 etnias. O evento tem o apoio da Secretaria de Políticas para Mulheres do Acre.

“Queremos discutir propostas que definam políticas públicas para as nossas parteiras e pajés”, declarou a coordenadora da União de Mulheres Indígenas da Amazônia Brasileira (Umiab), Letícia Yawanawá.

Na Amazônia, parteiras têm papel fundamental no apoio a gestantes que moram em lugares distantes dos grandes centros urbanos. Elas estão juntas das grávidas desde o primeiro mês de gestação até um mês depois do nascimento do bebê.

“Elas precisam ser ouvidas, precisam nos mostrar suas necessidades, e esse é o objetivo do encontro”, explicou Letícia. Ela relatou à Agência de Notícias do Acre que o governo do Estado valoriza as parteiras, tanto que instituiu o Bolsa Parteira em seu programa de governo.