Toque de sinos em protesto contra o capital financeiro

Mais Lidos

  • Conhecer Jesus. Artigo de Eduardo Hoornaert

    LER MAIS
  • Freira de 82 anos é morta em convento brasileiro

    LER MAIS
  • Para o pesquisador e membro do coletivo Aceleracionismo Amazônico, é necessário repensar radicalmente as possibilidades políticas tributárias de um paradigma prenhe de vícios modernos

    Pensar de modo abolicionista produz uma ética da generosidade. Entrevista especial com Bräulio Marques Rodrigues

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

13 Janeiro 2012

Todos os dias, às 17h30, hora do fechamento das bolsas, ele faz tocar os sinos da sua igreja "contra o imenso poder das finanças internacionais". O protagonista é o Pe. Giovanni Kirschner, pároco de Povegliano, pequena cidade nos arredores de Treviso, decidido a dar batalha ao som de carrilhões "para redespertar as consciências nestes tempos de crise global".

A reportagem é de Giacomo Galeazzi, publicada em seu blog, Oltretevere, 11-01-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Um concerto de protesto diário, relata o jornal Il Gazzettino, que começou no fim do ano, apesar da perplexidade dos paroquianos. "Um modo de manifestar – diz o padre – contra a raposa solta no galinheiro, para tentar mover as pessoas e fazer com que se unam ao pedido por regras para controlar um mercado onde poucos ricos decidem o destino de bilhões de pessoas".

O Pe. Giovanni não é novato em iniciativa originais. Para sensibilizar as almas com relação aos problemas dos mais necessitados, cobriu o piso da casa paroquial com fotos de crianças desnutridas e preparou uma pequena praça perto da igreja para acolher imigrantes não pertencentes à comunidade europeia e membros da comunidade Rom.

Não satisfeito, há três anos, quis hastear no teto da casa paroquial a bandeira da Romênia em solidariedade com o seu povo.