A Igreja ortodoxa macedônia proíbe aos seus clérigos o uso do Facebook

Mais Lidos

  • ​Prevenção da violência, enfrentamento da criminalidade e recuperação de jovens em conflito com a lei dependem de políticas que ultrapassem o punitivismo penal, defende o advogado

    Redução da maioridade penal e a lógica punitivista: “A segurança pública não será alcançada apenas por meio do aumento da punição”. Entrevista especial com Alexander Rodrigues de Castro

    LER MAIS
  • Horas antes do cisma ser finalizado, Pagliarani responde ao Papa: "Não somos cismáticos, somos o remédio de que a Igreja precisa"

    LER MAIS
  • Fraternidade Sacerdotal São Pio X e o tradicionalismo católico de 1988 até hoje. Artigo de Massimo Faggioli

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Por: André | 28 Outubro 2013

O Sínodo da Igreja Ortodoxa Macedônia (MPC) proibiu aos seus clérigos o uso da rede social Facebook para coibir as conversas “inapropriadas”.

A reportagem está publicada no sítio Religión Digital, 26-10-2013. A tradução é de André Langer.

O bispo Petar, presidente da MPC (com jurisdição também sobre a Austrália e a Nova Zelândia) confirmou neste sábado à imprensa que a decisão foi aprovada no Sínodo (o máximo conselho da Igreja), realizado em Skopje.

“Propus esta medida e os demais membros do Sínodo a aceitaram. Muitos sacerdotes, clérigos e alguns bispos têm perfis no Facebook, onde muitas vezes se deram discussões e abusos inapropriados”, disse o bispo, sem entrar em detalhes.

Acrescentou que ainda está em discussão o tipo de sanção que se aplicará aos clérigos que não respeitarem a determinação do Sínodo.

65% da população macedônia é cristã ortodoxa; a parte restante da população é composta por muçulmanos sunitas, católicos, protestantes, judeus e ateus.