“Que não se baixe a guarda diante do antissemitismo e o racismo”, pede Francisco

Mais Lidos

  • Comissão teológica do Vaticano define 'pecado contra a criação e o Criador' em novo documento

    LER MAIS
  • Entre inteligência artificial, cosmopolítica e novas ecologias do valor, pensador propõe reinventar as infraestruturas que organizam nossos desejos e reabrir a imaginação para outros futuros possíveis

    “Nervos pra fora!” Comunismo ácido recarregado. Entrevista especial com Erik Bordeleau

    LER MAIS
  • Ciclo de Estudos sobre a teologia da encarnação profunda, promovido pelo Instituto Humanitas Unisinos – IHU, inicia nesta terça-feira, 08-09-2026, às 10h

    Encarnação profunda (deep incarnation): o mistério de Cristo num mundo evolutivo e em transformação climática

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Por: Jonas | 17 Outubro 2013

Francisco afirmou que é necessário ter sempre presente o destino, a dor e o desespero dos judeus deportados para não esquecer, numa mensagem enviada por ocasião da celebração do 70º aniversário do envio dos judeus de Roma aos campos de concentração.

A reportagem é publicada no sítio Religión Digital, 16-10-2013. A tradução é do Cepat.

“É nosso dever sempre ter presente diante de nós o destino daqueles deportados, perceber seu medo, sua dor, seu desespero, para não esquecê-los, para mantê-los vivos em nossa memória e em nossas orações”, escreveu o Papa.

A mensagem do Pontífice argentino foi lida, hoje, na sinagoga de Roma por ocasião da celebração da deportação, do dia 13 de outubro de 1943, de cerca de 1.000 judeus romanos para o campo de concentração de Auschwitz, do qual retornaram apenas 16 pessoas.

Relembrar a deportação dos judeus romanos, acrescenta a mensagem do Papa, significa criar “uma memória, um chamado às novas gerações para que não se deixem arrastar pelas ideologias e não se baixe a guarda diante do antissemitismo e o racismo”.

Hoje, o Papa também recebeu Enzo Camerino, um dos 16 judeus que sobreviveram aos campos de concentração e que pôde retornar para casa, num “comovedor encontro”, segundo informou o presidente da Comunidade de Santo Egídio, Marco Impagliazzo.