Famílias do MST ocupam latifúndio de estrangeiro, no Rio Grande do Sul

Mais Lidos

  • Ciclo de estudos “Inteligência Artificial e Humanidades. O pensamento crítico na era algorítmica

    Inteligência artificial e humanidades: desafios do pensamento crítico na era algorítmica

    LER MAIS
  • Movimento político de viés nazifascista do Brasil dos anos 1930,  tríade integralista do século XXI mantêm-se de pé com a adição de um quarto pilar, a mentira

    Deus, Pátria, Família e Mentira: os pilares de um passado irreal e jamais realizado. Entrevista com Paulo Schiller

    LER MAIS
  • Ministério ordenado: ontem, hoje, amanhã. Livro de Francisco Taborda. Uma resenha

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

20 Outubro 2015

O latifúndio possui aproximadamente 750 hectares e está localizado a 201 quilômetros de Porto Alegre, Capital do Estado. De acordo com os Sem Terra, a fazenda é de propriedade de um fazendeiro chinês e há indícios de que esteja totalmente improdutiva.

A reportagem foi publicada por Movimento dos Sem Terra - MST, 19-10-2015.

Com a ocupação o MST busca denunciar a estrangeirização das terras brasileiras, que estão sendo vendidas para proprietários estrangeiros, colocando assim em risco a soberania nacional.

“Além de a fazenda ter sido comprada por um estrangeiro, a área não cumpre a sua função social. Enquanto isso várias famílias de camponeses Sem Terra podiam estar produzindo alimentos saudáveis e sobrevivendo neste local”, explica Paulo Machado, da coordenação estadual do MST.

Os Sem Terra também exigem que o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) desaproprie a área para assentar famílias acampadas no estado.

Conforme Machado, o latifúndio tem capacidade para assentar mais de 50 famílias e não há previsão para os acampados deixarem o local. “A nossa luta é de resistência e, como a área é improdutiva, vamos permanecer aqui e iniciar logo a produção de alimentos”, declara.

As famílias que ocupam a fazenda estavam acampadas nos municípios de Encruzilhada do Sul, Eldorado do Sul, Tapes e Pelotas.