Igreja chilena. Fracassa o primeiro encontro entre Barros e os opositores

Mais Lidos

  • “Qual é o papel da ciência nas decisões públicas ou qual deve ser esse papel?”, questiona o sociólogo

    Ciência e política em disputa no novo regime climático. Interfaces entre conhecimento e realidade. Entrevista especial com Jean Carlos Hochsprung Miguel

    LER MAIS
  • Prêmio Nobel da Paz para as Crianças de Gaza: Um prêmio para todas as crianças em guerra

    LER MAIS
  • Sociólogo do trabalho, Ruy Braga analisa a reconfiguração do trabalho precário e a opressão racial no Brasil em videoconferência ministrada hoje, às 17h30min. Evento é promovido pelo IHU

    O trabalhador precarizado no Brasil tem cor, origem e aparência

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Por: Jonas | 13 Abril 2015

Continuam as polêmicas entre o bispo de Osorno, Juan Barros e os fiéis católicos que são contra a sua investidura. Nesta quarta-feira, a primeira reunião entre as partes fracassou em razão da excessiva presença policial nas redondezas do bispado.

 
Fonte: http://goo.gl/8fVqMF  

A reportagem é publicada por Religión Digital, 09-04-2015. A tradução é do Cepat.

Os representantes do movimento dos Leigos Organizados, que chegaram até as dependências ecumênicas para poder conversar com Barros, saíram indignados. No local, a recepção se deu por parte de uma completa equipe policial, que incluía cachorros, situação que os dirigentes rejeitaram, abrindo mão de concretizar a reunião acordada há dias.

Tratava-se da primeira aproximação para solicitar formalmente a renúncia do recém-assumido bispo de Osorno, questão que não foi possível, pois segundo Mario Vargas, representante do movimento OLA, não houve condições de respeito.

De acordo com o relato de Vargas, o sacerdote Pedro Kliegel, que foi citado como mediador da reunião, também se retirou ofuscado pela presença policial.

O representante do movimento OLA explicou que, segundo Barros, não foi ele quem solicitou a presença policial, afirmação para a qual não dão crédito.

Para a próxima sexta-feira foi anunciada a marcha dos guarda-chuvas, com a preparação em meio a isso de uma declaração pública, onde definirão os passos seguintes.