Nos Estados Unidos há até lista de amigos ou inimigos do Natal

Foto: Unsplash

Mais Lidos

  • Conhecer Jesus. Artigo de Eduardo Hoornaert

    LER MAIS
  • Freira de 82 anos é morta em convento brasileiro

    LER MAIS
  • Para o pesquisador e membro do coletivo Aceleracionismo Amazônico, é necessário repensar radicalmente as possibilidades políticas tributárias de um paradigma prenhe de vícios modernos

    Pensar de modo abolicionista produz uma ética da generosidade. Entrevista especial com Bräulio Marques Rodrigues

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

03 Dezembro 2025

A organização cristã conservadora The Liberty Counsel, sediada na Flórida, divulgou sua “Lista de Bons e Maus Comportamentos” das redes varejistas do país quanto ao seu posicionamento frente às celebrações natalinas. A lista documenta a disposição do comércio em mencionar a palavra “Natal”, o que faz toda a diferença para que seja reconhecido como “Amigo ou Inimigo de Natal”.

A reportagem é de Edelberto Behs, jornalista.

A inclusão de uma empresa na lista depende da abordagem que o varejista apresenta em seu site, se eles reconhecem ou não a celebração do Natal explicitamente. A organização conservadora visa, entre seus objetivos, “educar e, quando necessário, recorrer à justiça para garantir que os pontos de vista religiosos não sejam censurados nos temas natalinos e festivos”.

O cristianismo é a maior tradição religiosa nos Estados Unidos “e está associado à adoração, às tradições familiares, à nostalgia e à alegria sazonal”. Assim, não faz sentido fingir que o motivo do feriado não exista ou que o feriado deva ser desprovido de símbolos e temas cristãos”, argumentou o fundador e presidente d The Liberty Counsel, Mat Staver.

Até mesmo o uso da saudação “Boas Festas” ou “Feliz Natal” pode colocar, se a rede varejista recorrer àquela, na lista de “mau comportamento”. A lista dos bons e dos maus leva em conta as pressões que procuram secularizar a época natalina. Em levantamento passado, a rede Walmart entrou na lista dos “malcriados” por proibir a seus funcionários dizerem “Feliz Natal”. Agora, a empresa é presença constante entre os "bonzinhos" por recorrer à palavra “Natal” ao invés de “feriado” para rotular seus produtos natalinos.

Staver incentivou os consumidores a comprarem nos estabelecimentos que reconhecem o espírito natalino. Na lista dos “malvados”, cada empreendimento comercial vem acompanhado de nome e endereço.

Leia mais