Pesquisas levantam situação profissional de ministros evangélicos nos EUA

Foto: Worshae/Unsplash

Mais Lidos

  • Missões 400 anos: “e a Igreja nem tá aí!” Artigo de Frei Luiz Carlos Susin

    LER MAIS
  • Kiev está em chamas. Os russos mobilizam uma força de ataque maciça contra a Ucrânia

    LER MAIS
  • “A decisão é clara: ou um regime desigualitário e depredador, ou a justiça social e a sustentabilidade ecológica". Entrevista com Laura Quintana

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

16 Julho 2025

Pesquisa Nacional de Líderes Religiosos dos Estados Unidos constatou que 47% dos pastores evangélicos pastoreiam uma congregação, mas têm ainda uma outra atividade profissional ao lado, definidos como pastores bivocacionais. Em relação à pesquisa afim realizada em 2001, a média nacional desse grupo cresceu 28%.

A reportagem é de Edelberto Behs.

Dois terços do clero protestante relataram que ingressaram no ministério pastoral após trabalhar em outra área. Essa é a situação de 89% dos pastores protestantes negros, bem acima dos pastores evangélicos brancos, com 64%.

A pesquisa também levantou o nível educacional dos ministros: 81% dos pastores são detentores de pelo menos um diploma de bacharel; 59% cursaram pós-graduação e 48% têm mestrado em Teologia.

Uma outra pesquisa, patrocinada pela Primeira Igreja Batista de Houston e pelo Dr. Richard Dockins, médico do trabalho preocupado com a rotatividade pastoral, concluiu que 1,2% - índice menor que o de 2021, quando esse percentual foi de 1,5% - abandonou o ministério por razões outras além de morte ou aposentadoria. A pesquisa ouviu 1.516 ministros, entre 1º de abril e 8 de maio.

Vários foram os motivos do abandono de ministério: 37% afirmaram que foi por mudança de vocação; 23% por conflitos na igreja; 22% por esgotamento; 17% por falta de integração à igreja; 12% por questões familiares; 5% por doença e 3% por finanças pessoais.

Leia mais